quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Rescaldo – Passeio BTT de 31/12/2009 - A Despedida de 2009 e a estreia da Trek do Vaquinhas

No passado Domingo, o Jorge lançou a ideia que seria engraçado despedirmos-nos do ano de 2009 com um passeio de BTT pela Arrábida. O Rodrigo e eu achámos que era uma boa ideia e como de costume na véspera confirmaram-se as presenças. O Vaquinhas e o André também aceitaram o desafio e lá fomos nós direitinhos ao Parque Natural da Arrábida.

Como o tempo estava muito instável, ora chovia ou fazia sol, e os trilhos estavam muito enlameados voltamos a fazer um percurso onde predominou o alcatrão.

A descida de Palmela até ao Vale dos Barris era quase inevitável, depois seguimos sempre pelo mal tratado alcatrão até ao entroncamento ao pé da descida do Cabeço das Vacas, onde virámos à esquerda e subimos pela Estrada das Machadas até ao estradão de terra batida da Quinta do Rego D´Agua.

Chegámos a N10, rolámos uns metros e a seguir ao corte para a Capela de São Luís virámos à direita e descemos até ao Parque de Merendas da Comenda. Era a hora de comer qualquer coisa e de captar para o nosso álbum a Saracen de 16 kg do André e nova Trek do Vaquinhas, que ele tem vindo a montar nas ultimas semanas.




Quando nos preparávamos para continuar o nosso trajecto, começou a cair uma forte chuvada e não tivemos outro remédio senão abrigarmos-nos debaixo do toldo do café que nesta altura do ano está fechado. Quando lá chegámos reparámos que não tínhamos sido os primeiros a ter a mesma ideia visto que já lá estavam dois cãezitos que também se resguardavam da chuva.

A chuvada não demorou muito tempo e passados 5 minutos já estávamos de volta à estrada. Era a altura de tomar algumas decisões: No cruzamento, ou virámos à direita para a estrada da Rasca, ou virávamos à esquerda e seguíamos até às praias. A escolha recaiu pelo percurso mais difícil, e por isso seguimos em direcção às praias da Arrábida (nesta altura está o Jorge a pensar: "Ainda bem que eu não fui!!" eheheheh)

Este era um desafio muito grande porque o Fernando vinha de uma pausa de cerca de 2 meses, eu levava os pneus de 2,20 e o Rodrigo e o André nunca tinham subido por ali de bicicleta. Mas quem tinha a tarefa mais difícil era o André que levava a sua bike de downhill com pneus de 2,35 e com uma cassete de 11-28 (já para não falar dos modestos 16 kg...).




Todos estivemos a altura dos acontecimentos, e todos chegámos lá cima sem efectuar pausas e sempre montados. Como é lógico o André chegou lá a cima completamente "rebentado" e tinha mesmo que ficar porque esta teve ter sido dos trajectos mais complicados que ele já fez. Eu admito que com a bike dele não tinha feito nem metade do que ele fez ontem!
E se o André e o Vaquinhas estavam cansados, o Rodrigo pelo contrário estava fresco que nem uma alface, devia ser da chuva! ehehehe

Depois descemos até Casais da Serra, passámos pelo Vale do Alambre, sempre por alcatrão e num ritmo moderado até à Quinta do Anjo e depois até ao Penteado e ao Pinhal Novo.



Para o ano há mais!!

BTTistas de Serviço: André, Carlos, Fernando e Rodrigo

Distancia percorrida: 64,26 km em 3:44:06

Altura máxima: 279 m
Altura mínima: 2 m
Acumulado de subidas: 1575 m (TrackMaster)
Índice de dificuldade: 1157 (TrackMaster)


Temperatura Mínima: 7º C
Temperatura Máxima: 13º C

Dados individuais:

Media de Pulsações: 136 p/min
Pulsação Máxima: 181 p/min.

Velocidade Média: 17,20 km/hora
Velocidade Máxima: 50,40 km/hora

 


quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Vídeo - Lance Armstrong - The BEST ad ever - Nike commercial

Descobri este vídeo no blogue http://gaitobravo.blogspot.com/ e não resisti, teve que vir directamente para a nossa secção de vídeos! 

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Rescaldo – Passeio BTT de 27/12/2009 - Volta a seguir ao Natal


O objectivo do passeio desta semana era simplesmente rolar um pouco, sem pressas nem stresses, e num percurso relativamente simples com mais alcatrão do que o costume porque para alem de sermos só três, a minha lesão na perna ainda não estava completamente debelada e não me permitia fazer muita força. Percurso ideal para aqueles dias em que a lama ataca com força e não se pode ou não se quer fazer muito esforço.

Descemos até ao Vale dos Barris e seguimos até à Capela das Necessidades, depois atravessámos a N10 e seguimos o caminho que passa por detrás da garagem dos autocarros e que sobe até perto do Moinho do Cuco.

Depois descemos até ao "Fim do Mundo" passámos pela Quinta dos 3 Caminhos e chegámos aos Picheleiros. Curiosamente vimos muito pessoal a fazer esta parte do percurso em sentido contrário (o que não é nada fácil) e o Jorge ficou com vontade de um dia destes também experimentar.

Lanchámos num largo ao pé do cruzamento para a estrada da rasca e a seguir subimos novamente até à N10. Rolámos uns quilómetros e só regressámos à terra batida a seguir às Bombas da BP, onde o Jorge nos ia mostrar como é que se chegava dali até ao Parque de Merendas de São Paulo.

E assim foi, seguimos por um caminho que já tínhamos feito à uns meses atrás quando fizemos o 1º ensaio para a "Castelona", mas em sentido contrário (por falar na "Castelona", tenho de dizer que este passeio não está esquecido e que irá ser realizado quando os trilhos estiverem mais secos e as condições atmosféricas mais propicias, resta depois saber se vou sozinho ou com alguns "Brigadeiros") e chegámos ao alcatrão da Estrada das Machadas. Depois descemos um pouco com direcção a Setúbal e poucos metros depois cortámos à esquerda por um trilho rápido e com muita pedra solta que nos levou direitinhos ao Parque de Merendas de São Paulo.

Depois seguimos até à Baixa de Palmela, passámos pela Quinta do Hilário e rolámos até à estrada da Cobra, onde encontrámos uma boa dezena de bttistas que vinham do caminho romano do Castelo de Palmela. Ultrapassámo-los a todos, mas não pensem que foi um grande feito porque eles não deviam andar muito porque até ficaram surpreendidos pelo nosso ritmo (que até nem era muito elevado) e quando passámos por eles, um deles até comentou: - É lá... tenham calma que nós vamos para o mesmo sitio! (lembrei-me agora que um deles levava vestido uns collans de lycra de senhora...lolol)
E se durante grande parte do percurso o Jorge e o Rodrigo tiveram que esperar por mim agora era a hora de eu esperar um pouco por eles porque nesta subida eu podia subir em rotação sem esforçar muito a perna direita (usei a pedaleira do meio e o carreto de 24 dentes). O Rodrigo ainda teve tempo de fazer uma graça e no final da subida, já no alcatrão conseguiu ultrapassar o Jorge e "ganhar" a medalha de prata, lolol.

Como ainda era muito cedo, optámos por acompanhar o Rodrigo até à Quinta do Anjo e ainda tivermos tempo de ir ao Café dos sogros do Vaquinhas.


Notas: Devem ter notado a ausência de fotografias, mas desta vez optei por não levar a maquina fotográfica comigo porque já sabia que não estava em condições físicas para o frenesim de andar constantemente a parar e a recuperar o tempo gasto nas fotos (parece que não, mas a função de repórter fotográfico não é nada fácil!).

Até à próxima!!

BTTistas de Serviço: Carlos, Jorge e Rodrigo

Distancia percorrida: 55,15 km em 3:33:19

Altura máxima: 186 m
Altura mínima: 17 m
Acumulado de subidas: 1161 m (TrackMaster)
Índice de dificuldade: 831 (TrackMaster)


Temperatura Mínima: 7º C
Temperatura Máxima: 15º C

Dados individuais:

Media de Pulsações: 127 p/min
Pulsação Máxima: 190 p/min.

Velocidade Média: 15,50 km/hora
Velocidade Máxima: 45,20 km/hora

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Rescaldo – Passeio BTT de 13/12/2009 - O aguardado regresso do António!


Este foi finalmente o Domingo que marcou o regresso do António aos nossos passeios, ele já não vinha connosco desde Setembro e já tínhamos saudades de ter alguém sempre a resmungar quando aparece uma subida! ehehehehe

Como não choveu esta semana decidimos que era a altura apropriada de regressar à Serra do Louro. Subimos pelos moinhos e seguimos em direcção do "Cai-de-Costas". Mas antes de lá chegarmos virámos à direita e fomos para o "Zig-Zag". Nesta zona há umas subidas "jeitosas" e o ultimo quilometro é sempre a subir! No caminho encontrámos um grupo enorme de caminhantes que faziam uma pausa no seu exercício. O António e o Rodrigo sentiram algumas dificuldades e talvez influenciados pelos caminheiros também tiveram necessidade de parar a meio caminho para respirarem um bocado e recuperarem o fôlego perdido.



Depois das subidas aos zig-zags chegámos finalmente ao topo da Serra de São Francisco e seguimos pelo "Sobe-e-Desce" até à Capela das Necessidades. Para não massacrar a fraca condição física do António descemos em alta velocidade pelo alcatrão da rua do alto das necessidades, passámos pela Quinta de Alcube e chegámos à N10.

Atravessámos a estrada nacional, entrámos na Quinta do Camalhão, passámos pela Capela de São Pedro de Alcube e seguimos até à Comenda.





No caminho passámos por muitas poças de agua, mas felizmente lama não havia muita! Na Quinta do Esteval um pouco antes da "avenida das palmeiras" encontrámos um sobreiro enorme caído bem no meio do trilho que tapa a passagem e que criou um pequeno engarrafamento, porque todos os que ali passam são obrigados a desmontar e a passar por baixo do sobreiro. (Alguém se oferece para levar uma moto-serra no próximo passeio?)



Lanchámos junto aos sobreiros onde os escuteiros costumam acampar e aqui tive a curiosidade de sentir o peso da bicicleta do André... bem... aquilo deve pesar uns 30 quilos! eheheheh. Como já devem ter percebido estou a exagerar um bocado, mas segundo o André a bike pesa cerca de 16 kg e se lhe juntarmos os pneus de 2,35 podem ver o que ele tem que carregar naquelas subidinhas valentes que nós costumamos fazer. O que vale é que ele é leve e tem resistência!(e pensava eu que a minha rockrider era pesada!)

Depois seguimos em direcção à Capela de São Luís e subimos até ao trilho que nos levou até ao estradão da Quinta do Rego D´Agua.

 

Subimos o estradão, passámos ao lado do tanque e seguimos até ao trilho que começa junto às oliveiras ao lado da quinta abandonada e que segue até à zona das antigas pedreiras da Serra de são Luís.

 

Depois subimos até ao Moinho da Pascoa e a seguir descemos a escudeira até ao Vale dos Barris. Era a altura de rolar pelo alcatrão esburacado dos Barris e sair do Parque Natural da Arrábida subindo até Palmela!

Para a semana há mais!


BTTista de Serviço: André, António, Carlos, Jorge e Rodrigo

Distancia percorrida: 52,04 km em 3:29:43

Altura máxima: 238 m
Altura mínima: 12 m
Acumulado de subidas: 1532 m (TrackMaster)
Índice de dificuldade: 717 (TrackMaster)


Temperatura Mínima: 5º C
Temperatura Máxima: 14º C

Dados individuais:

Media de Pulsações: 138 p/min
Pulsação Máxima: 191 p/min.

Velocidade Média: 14,90 km/hora
Velocidade Máxima: 62,90 km/hora 



domingo, 6 de dezembro de 2009

Rescaldo – Passeio BTT de 05/12/2009 - Varandas da Arrábida (a solo)



Como esta semana a grande maioria do pessoal tem outros planos para domingo, decidi ir hoje fazer o passeio desta semana. A decisão sobre qual o percurso a fazer foi muito fácil, pois sempre que eu falo nesta volta ao resto da malta o interesse demonstrado é muito pouco (para não dizer nenhum...). O destino eram as "Varandas da Arrábida".
E já que ia sozinho e não tinha pressa em chegar a casa, decidi fazer um percurso mais longo, com menos alcatrão e mais trilhos, muito mais ao meu gosto!

A entrada no Parque Natural da Arrábida, foi feita pelas traseiras cemitério da Quinta do Anjo, eu ainda nunca tinha passado por ali e fiquei bastante satisfeito com a escolha que fiz, porque ganhámos mais uma alternativa para entrar/sair da Arrábida.

Ainda na Quinta do Anjo mas já dentro do parque natural, perto da "Quinta dos Franceses" e já em terrenos conhecidos, chegaram as subidas! Optei pelo trilho empedrado que surge à direita e que tem vista para Cabanas e para o "Cabeço das Torres". O inicio da subida foi feita a pé, mas depois de passar pela parte com mais pedras, montei novamente e segui sempre pelo trilho até ao canavial.



Quando cheguei ao Canavial, a opção foi de seguir uns metros a pé porque aquela parte estava um pouco enlameada e ainda era muito cedo para ir  dar boleia à lama. Como a caminhada estava a ser agradável, optei por também fazer a pé a difícil subida das rochas que vai dar à casa abandonada.



Já montado fiquei surpreendido com a ausência da lama no estradão que segue até ao "Cai-de-Costas"!









Aqui estou naquela zona onde já se vê o topo do "Cai-de-Costas", e que se consegue antever o que aí vem já a seguir!
 

Nesta altura o tempo começou a piorar e as nuvens começam a aparecer...






Prato pequeno, carreto de 32 dentes engatado estava na hora de subir o "Cai-de-Costas"!






Ou melhor... de tentar subir montado! Hoje não correu bem e tive que desmontar! E como a volta era maior que o habitual nem voltei para trás para tentar outra vez. Optei antes por tirar umas trugas e observar que o buraco onde a malta se costuma enfiar está cada vez maior! Na fotografia não dá para ver muito bem, mas acreditem que está mesmo grande!





A seguir ao buraco lá me montei outra vez com destino ao "Sobe-e-Desce" com as nuvens a teimarem a ameaçar chuva!





Apesar do céu estar muito nublado ao longe já se via o Moinho do Cuco





Continuei pelo "Sobe e Desce" até à capela das Necessidades






Atravessei a N10 e segui até à Quinta abandonada






O próximo destino era o Moinho do Cuco, e era tempo de começar a chover!












Era a altura de começar a descer até ao "Fim do Mundo" que agora está muito mais fácil de descer devido à colocação de gravilha na parte inicial da descida.










Virei à direita e segui até à calçada perto da Quinta do Paraíso.




Atravessei a estrada dos picheleiros e segui em direcção ao parque de campismo.



Não parei e segui pelo vale do Alambre









Cheguei a Casais da Serra e uns metros depois do Café "Bom Petisco" virei à direita para a estrada de Casais de Calhariz. Ao pé do Casal do Fojo já se viam as pedreiras de Sesimbra.



Há bttistas que quando vão até às pedreiras, nesta fase optam por saltar o muro e entrar no Casal do Fojo. Houve uns tempos em que o portão esteve preso só com um arame e podia-se entrar, mas como agora está lá um cadeado, por respeito ao(s) proprietário(s) optei por seguir sempre pelo estradão de Calhariz até ao primeiro entroncamento.




Esta parte era novidade para mim, mas como tinha estudado bem o percurso e com a ajuda do "print screen" do Google Earth não me foi difícil encontrar os caminhos certos.



Cheguei à Aldeia de Pedreiras, e já não faltava muito para chegar às pedreiras propriamente ditas. No caminho ainda encontrei um valente lamaçal, mas que pude contornar e umas subidas valentes mas que com maior ou menor dificuldade lá se foram ultrapassando.








Cheguei à Pedreira que é um dos maiores atentados ao património natural e ambiental da Serra da Arrábida e de que muito se falou nas ultimas eleições. Quem não conhece ou já não se lembra da polémica pode ler aqui o artigo do jornal "O Publico"



Aqui estava já muito próximo da primeira varanda com vista para o mar. Daqui pode-se também observar as ruínas de um forte construído mesmo junto à rebentação das ondas.











Agora era a hora de reconfortar o estômago e de continuar a apreciar a bela paisagem. Quando estava a acabar de comer ouvi vozes ao longe e um cão a ladrar. Era um grupo de jovens e a sua mascote que caminhavam sobre a "Onda Cristalizada" (em certos ângulos parece realmente uma onda de pedra).



Sigo o meu caminho ao redor da pedreira e é chegada a altura de fazer a descida mais íngreme do percurso. Há colegas do pedal que optam por fazer o trajecto em sentido inverso, a subir, mas apesar das subidas serem a minha especialidade, parece-me que a decisão mais acertada é mesmo fazer este bocado a descer! Pelas imagens dá para ter uma ideia do que eu me refiro...



Tenho ou não tenho razão em optar por ir dar a volta? Ahpoizé...

 

A pedreira maior ficava para trás e a paisagem começava a mudar!






Depois das rochas mais uma subida durinha...






Depois da subida veio a descida por uns trilhos fantásticos



A seguir ao trilho, apanhei um estradão largo que passa no meio de muitos prados verdes e somos acompanhados por imensos pinheiros e medronheiros (os medronhos do alambre são melhores e maiores, ehehehe)














A seguir cortei à direita num trilho que me iria levar até à segunda varanda! A subida até lá não é fácil e por isso optei por subir desmontado. Mas como a distancia é curta até se fez bem!










Depois desci uns metros pelo mesmo sitio por onde tinha subido, mas na bifurcação escolhi seguir pela opção da direita para evitar passar outra vez pelo mesmo sitio e para descobrir um trilho que ainda desconhecia. O inicio é um bocado manhoso, com muita pedra, e por segurança optei por seguir uns metros a pé, mas depois o piso melhora significativamente e surge mais um belo single-track!

 

Chego novamente a um estradão largo que sobe até à estrada nacional. Como ainda era cedo para entrar no alcatrão, cortei à esquerda e segui sempre por mais outro belo trilho que segue paralelo à estrada.










Agora era a altura de abandonar os trilhos das terras do risco e rolar no alcatrão até ao parque de merendas do Alambre.






Atravessei a ribeira e segui em direcção à falésia, no caminho vi uma serie de cogumelos, mas vi um que tinha um aspecto peculiar e por isso totalmente diferente de todos os outros.

 



Se os cogumelos da semana passada tinham um aspecto delicioso, este não se pode gabar do mesmo...
Continuei pelo Alambre e subi até ao difícil trilho que sobe até ao estradão que vai dar à falésia.



Depois desci até Azeitão e aproveitei uma das fontes para reabastecer o meu saco-hídrico (os 2 litros não foram suficientes!)

 





Depois de reabastecer segui pelo caminho habitual até casa, mas antes de lá chegar não resisti e ainda apanhei um saco de espargos!







E pronto, já não mais nada a contar! Resta dizer que foi uma grande aventura, fiz muitos quilómetros com paisagens excelentes, tirei mais de 100 fotografias (138 para ser mais preciso), descobri alguns trilhos que desconhecia e ainda por cima trouxe espargos! Só foi pena ter sido uma aventura a solo, mas se assim não fosse esta jornada não teria sido possível.

Espero que um dia o resto da malta ganhe coragem e aceite fazer a versão mais curta desta volta e que desfrutem tanto como eu.





BTTista de Serviço: Carlos

Distancia percorrida: 72,99 km em 5:03:51
Altura máxima: 307 m
Altura mínima: 17 m
Acumulado de subidas: 1473 m (TrackMaster)
Indice de dificuldade: 891 (TrackMaster)


Temperatura Mínima: 13º C
Temperatura Máxima: 18º C

Dados individuais:

Media de Pulsações: 136 p/min
Pulsação Máxima: 205 p/min.

Velocidade Média: 14,40 km/hora
Velocidade Máxima: 52,70 km/hora