Esta semana voltámos a ir para a Arrábida no sábado e esta é uma opção que vamos voltar a repetir sempre que todos estejam disponíveis para o fazer. Ou seja, se ninguém trabalhar ou tiver outros afazeres vamos ao Sábado, senão vamos ao Domingo.
O passeio de hoje ficou marcado pelo facto de dos quatros elementos da brigada, só eu não ter tido problemas com a corrente da bicicleta... Parece impossível mas é verdade!! Mas já lá vamos...
Depois dos 10 kms de aquecimento habituais iniciámos o nosso percurso com a subida pelo centro histórico de Palmela até ao Castelo:
Quando lá chegámos o Artur reparou que um pino de um dos elos da corrente estava mal encaixado e que estava torto, o que provocava um ruído estranho na bicicleta, e por isso optou por retirar o elo danificado e seguir caminho com a corrente mais curta.
Dali seguimos para os jardins do Castelo e depois descemos até à Baixa da Palmela pela estrada romana. A trepidação deste caminho é tremenda e creio que só o Rodrigo, com a sua Stumpjumper, é chegou lá abaixo sem grandes dificuldades.
Como depois de uma grande descida vem sempre uma grande subida, era a altura de subirmos a "Jibóia", mas quando nos preparávamos para meter a "avozinha" a corrente do Afonso saltou e o desviador estava numa posição muito estranha... Conclusão: O parafuso de uma das roldanas do desviador desapertou-se e a corrente passou para o outro lado. O que vale é os mecânicos de serviço da brigada são uns "profissionais" exemplares e resolveram a questão num ápice, fomos tão rápidos que nem deu tempo para tirar fotografias da avaria... (foi assim não foi? ehehehe).
Depois de resolvida a segunda avaria mecânica do dia, subimos a "Jibóia", que continua com as cancelas abertas, até às Antenas:
Depois seguimos até ao Cabeço do Vento Grande e descemos pelo estradão da Quinta do Zimbral e que termina numa zona muito rochosa perto da Arca D´Agua.
Voltamos a subir, desta vez até ao Moinho da Pascoa e depois descemos até à Quinta do Rego d´Agua para fazermos, também a descer, o Trilho do Tanque. Quando chegámos à fonte fomos surpreendidos com um grupo muito grande de caminhantes que passavam pelo mesmo trilho. Como não poderia deixar de ser, parámos e deixámos que todos eles chegassem junto de nós e foi mesmo um dos caminhantes que olhou para a bicicleta do Rodrigo e lhe disse que ele tinha a corrente partida... Pois, também o Rodrigo não se safou à maldição das correntes e até Stumpjumper, acabada de vir da revisão dos 30 dias, perdeu o elo de engate durante a descida. Esta situação poderia ter causado problemas sérios se ele não tivesse parado, uma vez que uma pedalada em falso poderia causar uma queda muito feia...
Felizmente isso não ocorreu e até acabámos por ter sorte porque quando nos preparávamos para unir a corrente, mesmo ficando mais curta, apareceu um rapaz, que mesmo não nos conhecendo de lado nenhum, prontamente ofereceu ao Rodrigo um dos elos de engate que tinha com ele. Se porventura ele algum dia ler esta crónica aqui fica o nosso agradecimento público.
Depois de mais esta avaria ficar resolvida, continuámos a descer e seguimos até à N10. Atravessámo-la e entrámos na Quinta dos Cambalhões subindo até à Capela de São Pedro de Alcube. A vista que se deslumbrava daquele ponto era muito bonita com as nuvens e o Formosinho ao fundo e não resisti a gravar uns segundos desse momento para a posteridade.
Descemos até à vinha, atravessámos a ribeira e seguimos até à Estrada dos Picheleiros. Depois subimos até à Quinta da Urze e a seguir fizemos o "Fim-do-Mundo" também a subir. De referir que encontrámos o piso num estado impecável o que facilitou e muito a ascensão até lá acima. Curioso foi o facto de termos visto crianças acompanhadas com os seus pais a descer de bicicleta... (não sei se sou só eu, mas não me parece que aquele seja o sitio ideal para estas aventuras).
Ao fundo o Moinho do Cuco
Em seguida rolámos até às traseiras da garagem dos autocarros, voltámos a atravessar a N10 e descemos desde a Capela das Necessidades até à zona da Portela, onde subimos a encosta da Serra de São Francisco, e sem meter o pé no chão, fomos experimentar a gravilha do "Cai-de-Costas".
Por sinal, agora a melhor maneira de fazer está subida é pelo lado direito, onde há menos gravilha, e pelo que vi, se nós não levássemos já nas pernas a "Jibóia" e o "Fim-do-Mundo", o mais provável era termos conseguido voltar a subir esta mítica subida como deve ser. E já agora, convém que fique registado que o Artur só não subiu tudo montado porque a Cláudia lhe estava a ligar para o telemóvel, o que o desconcentrou bastante e provocou que ele desmontasse antes de atingir o objectivo proposto (Foi isso não foi? Falta de força nas pernas é que não foi de certeza, lololol)
Como o nosso objectivo era mesmo só ir experimentar a gravilha, voltámos para trás e seguimos até ao Pomar. No fim deste trilho o Artur reparou que as mudanças estavam completamente desafinadas e os mesmos eficientes mecânicos lá resolveram mais ou menos a questão de forma a podermos seguir o passeio. Curiosamente enquanto efectuávamos mais esta reparação voltámos a encontrar o rapaz que desenrascou o elo de engate ao Rodrigo! Há coincidências do caraças!!
Para terminar subimos até aos Moinhos, para fazermos o trilho no sentido inverso ao que habitualmente fazemos e que tanto apreciamos. Aqui tivemos a sorte de encontrar um grupo numeroso de pessoas que participavam nas "Burricadas" da Serra do Louro e que deram um brilho extra ao nosso vídeo.
E por falar em vídeo, deixo-vos com o desta semana! Espero que gostem!!
Rijos de serviço: Afonso, Artur, Carlos e Rodrigo
Distância percorrida: 54,00 km em 03:26:09
Altura máxima: 234 m Altura mínima: 17 m Acumulado de subidas: 1821 m (TrackMaster) ; 915 m (GPSies)
Esta semana como não me dava muito jeito fazer o habitual passeio semanal ao Domingo, propus que o fizéssemos ao Sábado. Como todos os interessados estavam disponíveis assim o fizemos, infelizmente o Artur foi convocado à ultima hora para um inesperado compromisso profissional e não pode comparecer.
A ideia do percurso era fazer uma volta baseada num passeio que o Artur e eu tínhamos feito no ano passado mas com algumas alterações de pormenor. Mas já perto do final achámos que ainda podíamos fazer mais uns quilómetros e por isso resolvemos acrescentar mais uns trilhos ao percurso.
Depois do aquecimento até Palmela, seguimos pelo trilho dos Moinhos da Serra do Louro e descemos pelo "Fio-Dental" (que afinal acabou por não ficar no vídeo).
Depois descemos pelo estradão até ao Vale de Alcube, e a seguir iniciámos a subida pelo Trilho das Colmeias (silenciosamente para não assustar as abelhas). O Fernando como habitualmente subiu aquilo tudo sem pestanejar enquanto que os restantes, incluindo eu, ficámos a ver se aprendíamos alguma coisa.
Lá no alto de Alcube fizemos a primeira alteração prevista ao percurso de 2010 e na bifurcação em vez de seguirmos para a direita, seguimos pelo corta-fogo da esquerda e pouco depois estávamos no Rego de Água.
Dali seguimos para a Serra de São Luís com destino ao trilho mais técnico ali da zona. Como seria de esperar o Fernando e o Afonso que ainda não o conheciam ficaram um pouco para trás e o Rodrigo e eu fomos para a frente. Como devem calcular há malta que desce este trilho sempre a abrir, mas nós como gostamos de apreciar a paisagem, vamos mais devagar e somos mais cuidadosos.
A descida até me correu bem, porque apenas cometi um pequeno erro que me obrigou a meter o pé no chão (e ao Rodrigo que vinha atrás), mas de resto consegui fazer tudo montado, o que mais uma vez me deixou muito satisfeito. O Rodrigo também esteve à altura dos acontecimentos e ainda conseguiu safar-se a mais uma daquelas quedas quase certas como só ele sabe fazer.
Depois da estonteante descida, rolámos uns metros pelo estradão da Quinta do Rego D´Agua e antes de chegarmos à capela, seguimos pelo divertido Trilho dos Pastores de São Luís.
Lanchámos no miradouro da Capela e após uma pequena pausa para meter a conversa em dia subimos até às desactivadas pedreiras de São Luís (se alguém quiser subir até ao posto de vigia o portão continua aberto) e depois descemos pelo trilho até ao sopé da Serra.
A seguir subimos um pouco pelo Trilho das Oliveiras de São Luís e voltámos novamente ao estradão do Rego d´Agua. Quando chegámos ao ponto mais alto virámos à direita e descemos em alta velocidade até ao pequeno leito da Ribeira de Alcube. Depois continuámos a descer ao longo da ribeira, e fomos surpreendidos pela vegetação (canas, silvas, etc) que vai tampando o trilho e que nos dificultou um pouco a passagem.
Depois subimos até à zona do paintball e a seguir descermos pelo esburacado alcatrão dos Barris até à descida a pique antes do single-track dos sobreiros:
"Mamã, mamã! Agora sem pés!!!"
Infelizmente a bateria da keychain #11 acabou aqui e ainda não foi desta que fiz uma gravação em HD dos "Sobreiros", mas de certeza que outras oportunidades brevemente surgirão.
Como ainda era cedo e estávamos já nos Barris a caminho de Palmela o Fernando sugeriu que seria boa ideia descer a Lagartixa e subir a Cobra antes de irmos para casa, mas a malta não ficou muito convencida e resolvemos continuar... Uns metros mais à frente e quando fazíamos a contabilização dos quilómetros percorridos vimos que estávamos aquém do que podíamos fazer e como ainda estávamos todos "frescos" resolvemos aceitar a proposta do Afonso (que apesar de andar connosco há tão pouco tempo já está imbuído no nosso espírito de grupo) e voltar para trás, de forma a subirmos a encosta da Serra de São Francisco até à Quinta do Moinho Velho, para depois terminarmos a nossa volta no single-track da tal quinta abandonada em Cabanas que já tínhamos feito na semana passada e que não nos importámos nada de repetir.
O Fernando hoje estava muito desanimado! A culpa foi da constipação e das descidas.
O que é que está aqui mal????
Assim sim!! Mesmo para a fotografia convém estar devidamente equipado e protegido!
E para terminar o rescaldo desta semana resta só mostrar-vos o vídeo completo desta semana, onde se nota uma diferença abismal na qualidade da imagem relativamente ao anterior, devido às diferenças de luz entre os dois dias e principalmente pela ausência de pó na lente (a chuva que caiu na semana passada ajudou bastante).
Na minha opinião este é o melhor vídeo que já editei e ao contrário de algumas outras vezes o resultado final não me decepcionou e lamento apenas que a bateria não tivesse aguentado mais 5 minutos, porque aí sim tinha conseguido guardar todos os capítulos deste belo passeio.
Rijos de serviço: Carlos, Fernando e Rodrigo
Participação especial: Afonso [que após 3 participações especiais, já deu provas que está apto a integrar a nossa equipa *]
Distância percorrida: 53,5 km
Altura máxima: 257 m Altura mínima: 18 m Acumulado de subidas: 1773 m (TrackMaster) ; 896 m (GPSies)
Índice de dificuldade: 788 (TrackMaster)
Media de Pulsações: 134
Pulsação Máxima: 180 p/min
Velocidade Média: 15,1
Velocidade Máxima: 40,6
* Nós não somos muito exigentes, basta participar em 3 passeios e nesses primeiros passeios, nunca mas mesmo nunca ultrapassar os membros fundadores em nenhuma subida, ehehehhe
Esta semana lembrei-me que seria interessante fazermos um percurso por zonas sobejamente conhecidas mas por trilhos alternativos e que não visitávamos a algum tempo. E por sinal correu muito bem pois fizemos a nossa distancia habitual (55 km) e antes das 12h00 já estávamos todos em casa (O Rodrigo a essa hora até já devia ter o banho tomado, lolol)
O nosso fotografo oficial é que desta fez se baldou e não apareceu no local de encontro (esqueci-me da maquina em casa e só reparei quando me preparava para tirar a primeira foto, lolol), mas para compensar voltámos a contar com a companhia do Afonso que ficou a conhecer mais uma mão cheia de trilhos que ele nem fazia ideia que pudessem existir
Relativamente ao percurso, iniciámos a aventura pela serra pela Serra do Louro, mas em vez de seguirmos como habitualmente pelo trilho dos moinhos seguimos sempre pela parte de baixo até à Quinta do Moinho Velho. Aí em vez de irmos para o "Cai-de-Costas" virámos à direita e subimos pelo "Zigue-Zague" e descobrimos que o excesso de gravilha também ali chegou o que dificultou ainda mais a subida.
Depois seguimos pelo "Sobe-e-Desce" até à Capela das Necessidades e ali apanhámos a "Auto-Estrada" até à Aldeia Grande (N10). Depois de tanto descer, subimos um pouco até à Quinta do Riacho e voltámos a descer até ao agora seco, leito da Ribeira da Ajuda. Dali seguimos até à Ribeira da Comenda e como já não passávamos ali à muito tempo nem estávamos a reconhecer a paisagem visto estar tudo tão seco (eu sinceramente nem me lembro quando foi a ultima vez que atravessei a ribeira sem esta ter agua).
Depois de atravessarmos a ribeira, seguimos pela direita e poucos metros depois cortámos na primeira à esquerda, assim evitámos os habituais trilhos da comenda e seguimos por um trilho que nós já não visitávamos há muito tempo e que num constante sobe e desce contorna toda aquela zona e termina junto às ruínas. Dali seguimos até à "Avenida das Palmeiras" e depois até ao parque de merendas.
Depois da habitual pausa, subimos pela estrada de alcatrão em direcção à N10 e ainda pudemos ver duas viaturas dos bombeiros, que tinham estado a apagar alguns focos de incêndio que tinham deflagrado naquela zona e que com certeza foram causados pela malta que por estupidez teima em atirar as beatas para o mato.
A seguir subimos pelo estradão da Capela, mas antes de lá chegarmos a cima virámos à esquerda pelo trilho de São Luís. Depois seguimos pelo estradão da Quinta do Rego d´Agua, passámos ao lado do tanque e no cruzamento continuámos a subir pelo caminho da esquerda. Já mais lá em cima seguimos em direcção a um pequeno pinhal e descemos por um muito curto, mas muito divertido trilho por entre os pinheiros.
Depois subimos uns metros até ao mais recente corta-fogo de Alcube, para depois descermos até à entrada de outro trilho que também não fazíamos há muito tempo e que desce quase em DH até ao Vale de Alcube. Como é óbvio nesta altura do ano o piso está muito seco e as imensas folhas de sobreiro espalhadas pelos regos de agua prejudicaram muito a aderência e ainda tivemos alguns sustos, que se podem ver no vídeo, mas que não passaram disso mesmo.
Chegados ao Vale de Alcube, e depois de tanto descer só nos restava uma alternativa que era subir... E assim fizemos e subimos até às Oliveiras e depois pela encosta da Serra de São Francisco até ao "Cai-de-Costas".
Depois para terminar o percurso em beleza, subimos mais um pouco e seguimos no sentido de Cabanas para outro trilho muito divertido e que gostamos muito de fazer e que termina numa quinta abandonada, que segundo consta pertencia a alguém da antiga P.I.D.E.(e foi mesmo aqui que a bateria da câmara acabou, e tive de ligar a suplente).
Por falar no vídeo, ficou hoje provado que nesta altura do ano é-me complicado fazer gravações melhores visto que a poeira acumula-se na lente e principalmente a luz solar prejudicam muito a qualidade da imagem (mas pelo dinheiro que foi não posso exigir muito mais).
Mas melhor do que tanta conversa, o melhor mesmo é ver o vídeo desta semana, espero que gostem!
Nota: Os testes com a câmara no capacete ainda têm de continuar porque se da ultima vez só gravei o chão, este domingo só ficou o céu, lolol
Rijos de serviço: Carlos e Rodrigo
Participação especial: Afonso (que se está a tornar num forte candidato a próximo reforço da equipa)
Distância percorrida: 55 km (Trackmaster)
Altura máxima: 238 m Altura mínima: 12 m Acumulado de subidas: 1603 m (TrackMaster) ; 755 m (GPSies)
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