domingo, 21 de junho de 2009

Rescaldo – Passeio BTT de 21/06/2009 – O mergulho na cevada


Desta vez calhou-me a mim a queda do dia! Mas felizmente não me aleijei e isso é que é o mais importante! O Fernando e o Artur que vinham atrás de mim até brincaram que aquela tinha sido uma queda em câmara-lenta tal foi a velocidade da queda, lololol. Para dizer a verdade eu estive quase a conseguir manter-me em pé, mas no último instante vi que não dava mesmo e tive de fazer jus aos meus treinos de guarda-redes e mergulhar da melhor forma possível! Tive sorte e pude levantar-me de imediato e prosseguir o passeio!

O percurso: Pela segunda semana consecutiva não iniciamos a volta pela Serra do Louro e optámos por descer o esburacado alcatrão dos barris. Depois subimos a escudeira, e quando íamos ao pé da igreja encontrámos o Luís que ia já a caminho de casa! (parece que ele começou por volta das 6 e tal da manha!). Continuámos até ao Moinho da Páscoa, depois virámos à direita, e passados uns metros cortámos à esquerda pelo trilho que desce até às pedreiras (ver fotos). Quando chegámos lá abaixo, virámos à direita e seguimos pelo trilho das Oliveiras (quer dizer... no inicio só eu é que segui pelo trilho certo, porque o Artur e o Fernando não perceberam que era para virar à direita quando eu lhes disse: - “Direitaaaaa, virem já à direitaaaaaa!” e seguiram por um caminho paralelo mas cheio de pedras, porque segundo eles, o meu caminho era para “tenrinhos” ehehehh).
Depois subimos o estradão (o que vai dar ao tanque) mas quando chegámos ao primeiro cruzamento virámos à direita e seguimos sempre pelo trilho do tractor (ainda só o tínhamos feito uma vez em sentido contrário) [ahhhh e acabei de baptizar este trilho, porque não faço a mais pequena ideia de como o pessoal lhe chama]. Depois de acabarmos o trilho reparei que havia um caminho alternativo e que contornava a vala. Lancei o desafio ao pessoal para o irmos explorar e o resultado foi extremamente positivo porque o caminho é muito porreiro e dá para ir sempre montado (o que não acontecia quando passávamos pela vala).
Seguimos pelo estradão e seguimos até ao trilho do portão (a rima não foi intencional), já não o fazíamos à imenso tempo (O Fernando até acha que nunca o tinha feito, o que pode até ser verdade dadas as longas ausências que de vez em quando ele faz) e este um daqueles trilhos que não merecia ser tantas vezes esquecido! Quem não nunca mais se esquece de uma das partes do trilho é o Artur que da ultima vez que lá tinha passado ficou com lama até aos joelhos e desta vez esquivou-se pelo caminho de cima, eu armei-me em esperto e na esperança da lama já estar seca (aparentemente parecia estar) segui em frente... erro crasso! Os pneus 2.1 passaram de imediato para 3.0 tal era a camadona de lama que tinham em cima! Aproveitá-mos a paragem (tinha mesmo que me vir livre da lama) e escolhemos uma sombra jeitosa para fazer a nossa pausa para o lanche.
Depois da limpeza dos pneus e do lanche seguimos o trilho (sempre a descer) e chegámos ao terreno que no ano passado pela altura da "Reumatona" tinha sido lavrado (o que provocou a destruição do trilhozito onde o pessoal passava). Como vimos que já havia novamente um trilho que dava para passar decidimos seguir por aí na esperança do dono do terreno não implicar com a nossa passagem. E foi aí que se deu o meu mergulho! O trilho tem uma pequena vala vertical (penso que causada pela passagem de alguma bike quando o terreno estava enlameado) que eu não estava à espera, assim que a vi comecei a travar para ver se conseguia passar incólume, mas fui aselha e não consegui controlar a bicicleta e lá tive de ir cumprimentar as ervas!
Depois seguimos o caminho até Alcube e subimos até aos Barris. Como a ideia era fazer os Moinhos da Quinta da Sapec no sentido contrário ao que sempre tínhamos feito optámos por seguir até à Capela das Necessidades e fazer também ao contrário todo o caminho até ao "Cai-de-Costas".
Deixámos a Serra de São Francisco e seguimos para a Serra do Louro e para os seus Moinhos, seguimos sempre pelos trilhos de cima e parte mais engraçada do percurso foi quando o Vaquinhas viu ao longe um "tipo de amarelo" [se quiserem saber quem era têm que perguntar ao Fernando, porque assim tem muito mais graça]

A seguir foi sempre a rolar a um bom ritmo até casa para ver se conseguíamos aumentar um bocadinho a média que voltou a ser baixota.


PS: Perdemos a conta do numero de fitas de marcação (brancas e vermelhas) que encontrámos pelo caminho! O pessoal da organização da Maratona Caramela garante que limpou tudo direitinho e que até retirou marcas que não eram deles. Eu não posso provar o contrário porque não vi se as fitas tinham informações adicionais, mas o que eu sei é que muitas fitas ainda estão lá e é uma pena ter que ser o vento a retirá-las das árvores...

Rijos de Serviço: Artur, Carlos, e Fernando

Dados de grupo:

Distancia percorrida: 47,87 km em 3:07:50

Temperatura Mínima: 28 ºC
Temperatura Máxima: 34 ºC

Dados individuais:

Media de Pulsações: 133 p/min.
Pulsação Máxima: 181 p/min.

Velocidade Média: 15,20 km/hora
Velocidade Máxima: 56,20 km/hora




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