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terça-feira, 29 de abril de 2014

Rescaldo - Passeio de BTT de 27/04/2014 - Dia de Festa em São Luís!



Uma vez mais acertámos sem querer no dia em que se realizaram as festas de São Luís! Quando lá chegámos já estava tudo pronto para o bailarico. Bandeiras içadas, musica festiva e bar a funcionar, só faltava mesmo a atracção musical e o rancho folclórico que viriam apenas depois de almoço. Dia também de Trail Run, e é notório o aumento significativo de praticantes desta modalidade aqui no PNA. Cada vez mais se vê pessoas a correr e pelo que andei a cuscar, estavam inscritos nesta prova 91 atletas nos 30 km  e nós passámos por uma grande maioria (O tipo que venceu fez o percurso em 2 horas e 24 minutos - Eu não percebo nada disto mas parece-me um belo tempo. E mesmo quem chegou em ultimo depois de andar/correr 30 km em pouco mais de 5 horas merece a minha consideração).

Voltámos a fazer um vídeo daqueles onde a malta se pode sentar no sofá e ver quase todos os pormenores do nosso passeio (é a bem dizer um vídeo/rescaldo, e eu sei que são 25´, mas é melhor do que ver o Goucha, lolol). Usámos novamente duas câmaras e para isto ficar mesmo bom só faltava mesmo o drone do Afonso a fazer uma filmagem aérea! Isso é que era classe, até parecíamos todos melhores ciclistas, lololol

Ainda tive tempo de fazer uma brincadeira com o Licínio nos bloopers, por isso já sabem que vale a pena, ver até ao fim ;-)

Hoje mostro aqui algumas novidades (e descobri mais uma para a posteridade), porque ao contrário do que muitos pensam ainda há muito por descobrir e muitos trilhos por desbravar (alguns mesmo debaixo dos nossos narizes). 
Há malta que faz todas as semanas o mesmo percurso, que vão e voltam pelo mesmo sitio, e não há nada de mal nisso, não me interpretem mal! Se se divertem assim por mim tudo bem, para mim é que não dá! Por muito que se goste de um trilho, tendo um parque natural tão grande acho muito mais interessante variar e se possível criar sempre novos percursos (os mais de 200 percursos que fiz no GPSies não são coincidencia). Se calhar só sou eu, mas é assim que por vezes dou por mim a passar por trilhos que conheço perfeitamente e a ter aquela sensação de que estou a ver algo novo...  

Se calhar agora víamos o vídeo e continuamos as dissertações mais tarde ;-)



Eu admito que se há coisa de que eu gosto é de descobrir novos caminhos e de os partilhar com os meus amigos e com os poucos leitores que me seguem, e creio que o facto de que quando me iniciei nestas explorações, salvo raras excepções, não ter conseguido encontrar nada nem ninguém disposto a partilhar ou a levantar um pouco que fosse a ponta do véu me fez tentar reverter essa situação. Hoje está tudo diferente, qualquer telemóvel da treta grava os tracks e já há muita gente a partilhar e a divulgar por onde passa e no Strava agora até se consegue ver quem é que desceu ou subiu mais rápido este ou aquele trilho.

O excesso de divulgação pode prejudicar o acesso a alguns trilhos? Sim, é verdade. Mais de 90% do PNA é privado e estamos dependentes da vontade (ou falta dela) dos seus proprietarios para lá podermos continuar a passar. Alguns trilhos foram vedados (ex: Trilho do Tronco), uns foram fechados e posteriormente reabertos (ex: Moinho do Cuco), outros lavrados sem que nada tenha sido plantado ou semeado, noutros foram colocados avisos de propriedade privada, há quem solte os cães, etc, etc, etc. Não há nada a fazer, estamos e estaremos sempre dependentes da sua vontade. Agora se me perguntam se isso é motivo para se esconder por onde se passa, não contar nada a ninguém e voltarmos ao egoísmo do passado a minha resposta é negativa. Este é um blogue altruísta e aqui não há trilhos secretos, quando lá passarmos todos vão saber que o fizemos e que não deixámos nenhum rasto nefasto. Vamos continuar a respeitar os proprietários e o meio ambiente, não só no desporto mas no dia a dia em geral e procurar sempre que possível sensibilizar muitos mais a fazerem o mesmo.

Agora é verdade que vão havendo alguns eventos organizados por entidades com fins lucrativos no PNA, uns com maior ou menor visibilidade, não só no BTT mas também no Trail Run como já aqui referi à pouco. Se estes eventos forem organizados devidamente e por gente competente, recolhendo as autorizações necessárias dos proprietários e de quem gere o PNA, tendo o extremo cuidado de que toda a envolvência fique igual ou melhor do que estava antes do evento (sem fitas, garrafas de agua, embalagens de gel, etc), não vejo nenhum inconveniente nisso. Antes pelo contrário pois promove o turismo desportivo e consequentemente a economia local. 
O problema está quando estes requisitos que referi não são cumpridos e acontece isto:


Isto é que é de lamentar, dar uma volta curtíssima e encher as mochilas de lixo! Ainda estou também para perceber qual é a ideia de ir para a Serra despejar lixo (estores, baldes, sanitas, entulho, etc). Será que não há nenhum contentor por perto de onde saíram todas essas tralhas??? Qual é a ideia? Não percebo!

Ainda na semana passada, a Catarina e eu fomos fazer o reconhecimento da nossa próxima caminhada (que vai trazer algumas novidades para os participantes) e verificámos que uma boa parte do caminho estava marcado (excessivamente no meu entender, mas tudo bem). Na altura fiquei sem saber se o evento já tinha ou não acontecido, mas como as fitas estavam com umas cores tão vivas dei -lhes o beneficio da duvida e quis acreditar que a prova ainda não se teria realizado. Confirmaram-se as suspeitas e o evento realizou-se no Domingo e agora estou curioso por saber que marcas iremos encontrar quando lá passarmos novamente. Espero que nenhumas e se assim for haverá nada mais a acrescentar!

Bem... Isto hoje está a ser cá uma seca! Houve malta que adormeceu a ver o vídeo, outros a ler o primeiro terço do texto, por isso para não dizerem mais mal de mim vou-me deixar de "fait-divers" e passar ao rescaldo propriamente dito. 

Não me vou alongar muito mais porque afinal de contas a maioria da malta já mudou de canal ;-)

A concentração foi junto à rotunda do Ovelheiro da Quinta do Anjo e subimos até ao trilho que apenas tínhamos descoberto a semana passada, mas desta vez em sentido contrário. O Licínio apreciou tanto subir por ali que até desmontou só para ver a paisagem ao pormenor... Fora de brincadeiras, e conforme já tinha dito a semana passada, pode-se seguir por ali em ambos os sentidos, mas a descer é obviamente mais divertido. No entanto se compararmos esta opção a subir, com a do estradão prefiro esta nova sem margem para qualquer duvida.

Seguimos depois para o "Fio-Dental", quase que bati o KOM do Stava, era só fazer menos uns dois minutos e saltava logo para a frente... foi mesmo por uma unha negra! lolol

Aqui encontramos o Clã Paço, António, Ricardo e Zé que mais uma vez optaram por outro tipo de volta e como amigo não empata amigo, cada um seguiu o seu caminho.

Depois subimos por um dos belíssimos trilhos de Alcube (onde agora até já encontrei forma de contornar as valas e os regos iniciais), já lá em cima seguimos pelo trilho, mas apanhamos tanta gente que aquilo mais parecia o IC19 em hora de ponta! Continuámos até ao tanque da quinta do Rego d´Agua onde o Artur, graças à ajuda de um trepador de pé descalço, o Zé, pôde assinar mais uma Cache para a sua colecção.



Quando chegámos ao trilho da Capela de São Luís começamos a ouvir uns motores, primeiro pensámos que fossem motas, mas quando chegámos à Capela percebemos que eram os motores dos geradores que estavam a dar energia à festividades.



Seguimos depois para as Pedreiras, subimos até ao trilho e depois foi sempre a curtir até ao sopé da serra!




Depois da Biovilla, cortámos à esquerda, subimos mais bocado até ao prado e seguimos para o "Single 32" que o Zé ainda não conhecia e que eu tinha a certeza que lhe ia agradar. 


Seguimos depois até à estrada das Machadas e rolámos pelos Barris com destino a Palmela.

Resumindo, posso dizer que foi um percurso muito acessível (quem me acusa de escolher percursos com muitas subidas, não conhece de certeza o organizador do Transarrábida - Eu ao pé dele sou um anjo!!). Fizemos uma média de cerca de 16 km/hora sem grandes stresses porque o dia também não era para isso (eu nem pude tirar o corta-vento por causa da gripe e o Artur estava cansadissimo por causa da brigolagem da véspera!)

Para finalizar este rescaldo falta dizer que o Afonso tem uma mensagem especial de muito carinho de todos nós dentro da sua cache do Pinhal Novo!


E pronto agora sim terminei, até para a semana!

Deixo-vos com o track do percurso:


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Rescaldo - Passeio de BTT de 21/07/2013 - Investigações, silvas, alergias, ressacas e afins

Esta semana fizemos um passeio muito atípico, mas não havia condições para fazer algo melhor... O Artur está com uma alergia qualquer e tem as vias nasais obstruídas, o Rodrigo tinha apanhado uma "carraspana" na véspera e ainda não estava totalmente recuperado, e o Lino mesmo antes de começar a volta parecia que tinha sido atropelado por um comboio... Resumindo, desta malta toda , eu que estou num dos piores momentos de forma do ano, era capaz de ser o que estava em melhores condições! E como para além disto tudo o João e o Zé também não vieram achei que era a altura ideal para dedicar o passeio de hoje a fazer umas investigações que podem ser úteis em voltas futuras.

A primeira foi logo na Serra do Louro, mesmo no final do trilho dos Moinhos, uma descida à direita logo a seguir ao antepenúltimo moinho (o que tem a casa e os três cães):

Como o caminho era curto e estava desconfiado que aquilo não era para eu fazer montado, deixei a bike cá em cima e fui a pé analisar o trilho. Afinal não era assim tão inclinado como eu pensava, mas tem ali uma zona na parte final com umas rochas que pode ser perigosa principalmente para a malta que tem de ir trabalhar no dia seguinte ;-)

Dali seguimos para a segunda investigação do dia, que era o reconhecimento de um trilho que eu tinha visto num vídeo dos Bike on the move e que estava com curiosidade de conhecer. O vídeo em questão é este AQUI e que à primeira vista me parecia ser completamente desconhecido. Depois de uma troca de impressões com o Bruno Costa, cheguei à conclusão que apesar de não conhecer a totalidade do caminho, conhecia o suficiente para me orientar, e aproveito para deixar aqui publicamente o meu agradecimento ao Bruno por ter partilhado comigo esta informação.

O trilho (linha vermelha) em si é muito engraçado, é pena as silvas estarem a fecha-lo em algumas zonas, principalmente na parte final. Um pouco antes dessa parte mais desagradável, há também que ter cuidado com uma descida muito rápida que pode provocar alguns estragos aos menos hábeis. Quem quiser ver o trilho de outro ângulo basta clicar aqui.
PS: Para se sair do trilho tem que se atravessar a pé uma pequena ribeira.


O mais engraçado disto tudo (na altura não deve ter sido assim tão engraçado) é que o Artur e o Rodrigo (mais o Jorge e Luís) aqui há uns anos atrás andaram por ali perdidos, e foram mesmo quase até ao fim do trilho, sempre a descer a pique, para depois serem obrigados a voltar para trás por não terem sido capazes de encontrar a saída! Isto tudo porque o Artur queria achar um caminho que tinha feito comigo numa caminhada e como se desorientou levou-os direitinhos até ali.

Já agora que estou numa de print-screens do Google Earth deixo aqui, só para o Artur poder tirar as duvidas e para evitar futuros enganos, a imagem do tal caminho da caminhada (linha amarela):


Depois de atravessarmos a tal ribeira virámos à esquerda e fomos fazer a terceira e ultima investigação do dia!
Este trilho (linha amarela) já tinha sido feito pelo Zé, que me se tinha metido por ali um dia destes, e lá fomos nós pelo meio de mais umas quantas silvas até uma corrente que divide dois terrenos, mas em vez de seguirmos pela frente da casa do proprietário cortámos logo à direita atravessámos uma zona que aparentava ter sido roçada à pouco tempo, mas onde as silvas já estavam novamente a crescer e que nos levou sempre a subir ligeiramente até às Oliveiras. Se as silvas não ganharem muito mais terreno é uma boa opção para quem estiver naquela zona (e leve câmaras-de-ar anti-furo, lol):


A partir daqui e como as investigações já tinham sido concluídas, e para evitar males maiores optámos por encetar o regresso a casa de forma a que alguns de nós pudessem ir dormir uma soneca ;-)


Até à próxima! (vamos lá ver se conseguimos fazer mais de 40 km, lolol)


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Rescaldo do passeio de BTT de 17/07/2013 - Encontros, reencontros e a "piramide" escavacada


Esta foi a semana dos encontros e dos reencontros! Começou logo cedo quando o Artur encontrou o Jorge e o Luís no Pinhal Novo, depois quando parámos no largo do Cai-de-Costas voltámos a encontrá-los, e um pouco mais tarde e já na Serra de São Luís, ainda reencontrámos alguns elementos dos Ciclobeatos de Azeitão que já iam de abalada e de regresso a casa, mas apesar disso, o Mário ainda teve a gentileza de nos vir cumprimentar.

Outro marco relevante do dia foi o "Trilho da Pirâmide", eu já tinha sido avisado pelo nosso amigo Carlos Bruno (AKA M.A.D. Rider) que aquilo não estava igual, mas nada como ir lá ver! Pois bem, eu que já dominava todas as "manhas" do trilho, desta vez e por precaução desmontei três vezes... E sinceramente não me parece que as alterações tenham sido todas culpa da chuva, cheira-me que devem andar a passar por ali outro tipo de veículos que em conjunto com a lama escavacaram aquilo um bocado. Mas não se assustem que o trilho continua bom e ciclavel, o João fez tudo montado e sem grandes dificuldades! A malta mais "naba", como eu, é que tem novamente que aprender a melhor maneira de contornar os novos obstáculos (nem que seja a butes, lolol)

O percurso:

Voltámos a marcar o ponto de encontro na Quinta do Anjo, subimos directamente para a serra e seguimos uma vez mais, para uma das nossas mais recentes descobertas, ali mesmo à porta de casa. Eu lembro-me de aqui há uns anos atrás, quando conhecia muito pouco da serra, ter andado por ali a explorar aquilo, mas em sentido contrário e de na altura não ter encontrado saída nenhuma, agora das duas três, ou eu vi mal ou alguém andou recentemente ali a desbravar mato. Mas isso também pouco importa, o que conta é que agora sempre que passarmos ali dificilmente iremos optar por outra hipótese. E ainda falta irmos lá todos em sentido contrário! Tenho de pensar nisso, lolol

Dali seguimos para o Fio-dental, continuámos a descer pelo estradão de Alcube para depois começarmos a subir até à Quinta do Rego de Agua.


A seguir fizemos um circuito à volta do tanque (acho aquele segmento muito engraçado)

 
 e só depois é que seguimos para a "Pirâmide":


Era agora a altura de seguir até à Capela de São Luís, e dali até às Pedreiras e à zona do povoado pré-histórico do Pedrão. Para depois descermos até às Oliveiras:


No entroncamento, virámos à esquerda e subimos o estradão até ao topo para depois seguirmos até ao campo de paintball. O mesmo é dizer que tínhamos de subir uma parede daquelas que apesar de curta ainda nunca vi ninguém subir totalmente montado. Mas não foi por falta de tentativas!! Fica para a próxima ;)




Seguimos agora até à zona dos Barris, com a intenção de subir até à Serra do Louro e fazer os moinhos, mas como o Rodrigo estava com alguma pressa, optámos por uma solução que agrada sempre a todos e que se adequava ao horário que ele pretendia: Trilho do Tronco!!


E foi isto! 49,6 km (média de 15,7) cheios de trilhos porreiros e com a boa disposição habitual!

Deixo-vos como habitualmente com o vídeo, perfil de altitude e track:



quarta-feira, 3 de julho de 2013

Rescaldo - Passeio de BTT de 02/07/2013 - O regresso do Rodrigo, novidades e o fotografo sem máquina!


O percurso desta semana foi pensado tendo como base que teria de ser algo pouco complicado e que permitisse que todos chegássemos cedo a casa. O mesmo é dizer que não nos iríamos afastar muito e que por isso era a altura apropriada para irmos explorar um trilho na Quinta do Anjo que eu ainda não conhecia totalmente e que tinha recentemente obtido informações que agora estaria todo ciclavel.

E assim foi, logo nos primeiros metros fomos investigar o trilho que se revelou uma excelente alternativa aos últimos 300 mts do estradão que costumamos fazer quando entramos para a Serra pela rotunda do Ovelheiro (sobe menos e é mais agradável à vista - para a próxima fazemos um vídeo para mostrar ao pessoal)

Dali seguimos para o Trilho dos Moinhos, em sentido contrário ao que fazemos habitualmente (e fomos apanhados em flagrante, porque encontrámos um grupo de bttististas que nos acusou prontamente de irmos em contra-mão ;-)
De Palmela, seguimos pelos Barris até à "Toca da Lagartixa" e descemos até à Baixa de Palmela.

Seguimos até à "Tartaruga" e subimos pelo trilho da Quinta da Pena até ao parque de merendas da Capela de São Luís.

Era agora a altura do fotografo da treta sacar do tripé e tirar a habitual foto de grupo... Acontece que a qualidade do fotografo é tanta que nem se lembrou de trazer a máquina... (mas ao menos levei o tripé, devo merecer algum desconto, certo?)

Mas como o Zé tinha a sua câmara de filmar conseguimos na mesma sacar algumas fotos para este rescaldo:


Depois da pausa seguimos até ao estradão da Quinta do Rego de Água, e dali até Alcube. Após fazermos o primeiro trilho que eu tinha previsto e enquanto reagrupávamos, o Rodrigo falou-nos num trilho que um colega lhe tinha ensinado e que eu quando vi o track por alto julguei ser o das Colmeias. Para não ficarem duvidas de que trilho se estava a falar resolvemos ir ver quem tinha razão, e das duas uma, ou ele não tinha visto as colmeias ou era mesmo um caminho que eu desconhecia.

Quando o vejo a voltar uns metros para trás, vi logo que o das Colmeias não era de certeza porque este era na direcção oposta e ele ia precisamente a caminho de outros dois trilhos que nós já conhecíamos.

O tal trilho que acabou por ser o ponto alto deste passeio está meio escondido, e quem não souber passa pela entrada sem sequer se aperceber disso, e segue por ali abaixo por este outro single. E meus amigos, o que fomos nós encontrar! Quem diria que ali naquele sitio ainda havia esta "pérola" por ali perdida. E se há umas semanas atrás elogiei aqui o "Trilho da Caverna/Risco" perto de Sesimbra hoje é o dia de dizer maravilhas do "Trilho do Mestre/Trilho do Mister" (nome dado pela malta da Anibikes, em homenagem ao falecido Mamede Nazaré) que nos encheu as medidas e que de certeza vamos lá regressar muitas mais vezes (e ainda por cima nem temos de ir muito longe para lá chegar, são só vantagens!)


E o que é que há sempre após uma boa descida? Ahpoizé, a seguir lá tivemos de subir o estradão de Alcube até às Oliveiras, e dali pela encosta até ao largo do "Cai-de-Costas". Que com o calor que já estava se revelou bastante agradável...
Seguimos depois pelo Trilho da "Bardoada" (ou dos gaiteiros como quiserem) até à Quinta do Anjo, onde deixámos o Rodrigo à porta de casa e o Zé à porta do carro. Mas como desta vez a volta tinha sido muito fraquinha para o actual bom momento de forma do Zé, ele resolveu vir com o Lino e comigo até aqui ao Penteado para também ele fazer os 50 km (média de 17,0 km/h) e assim ficar mais "composto" (fez-me lembrar o Vaquinhas que uma vez depois de ter feito 80 e tal km andou às voltas pelo Pinhal Novo só para passar dos 100 km, e acabou por fazer +/- uns 120 km porque se enganou a fazer as contas, lolol).
Para a semana já sei que vão haver algumas baixas (a minha é certa), mas em breve cá estaremos de volta ;)

Deixo-vos com o vídeo completo e o respectivo track.






quarta-feira, 11 de julho de 2012

Rescaldo - Passeio de BTT de 08/07/2012 - Volta da Palhaçada


Como habitualmente tentamos combinar as voltas de forma a termos o máximo de "Brigadeiros" possíveis, esta semana o Fernando queria vir connosco, mas como ele só poderia estar em Palmela por volta das 09h30 pensei num percurso em que não nos afastássemos muito de Palmela de forma a que ele se pudesse juntar ao grupo assim que estivesse despachado.

E assim foi, saímos cedo em  direcção da Estrada da Cobra, descemos pelo single-track até à "Lagartixa" e seguimos até São Paulo. Depois subimos um pouco da "Tartaruga", entrámos na Quinta da Pena e subimos pelo single até às colmeias.

Seguimos depois até à Capela de São Luís e a seguir até ao estradão do Rego d´Água.
Descemos o "Trilho do Tanque", mas em vez de seguirmos até à N10, na bifurcação voltámos para trás.




Era a altura de seguir pelos caminhos de terra vermelha do Sobral de Alcube, até à zona do drop.



No drop, lá tivemos de meter a bike às costas para o ultrapassar e seguimos por um trilho que raramente fazemos, mas desta vez em sentido contrário ao que já temos feito (Já tinha descido por ali uma vez com o Rodrigo e o Artur).




Depois de ultrapassado o obstáculo, subimos por ali acima, e numa bifurcação tive de fazer uma breve pausa para actualizar o meu C.P.S (Carlos Positioning System), e quando cheguei à conclusão que o caminho correcto era o da esquerda, já o Zé se fazia todo lampeiro ao trilho da direita... Assim para ele não ir sozinho, o Rodrigo e o Lino foram atrás dele e o Afonso e eu seguimos pelo caminho originalmente traçado (eles atalharam mas fizeram mais PéTT que nós e não fizeram um pequeno single em "V", ou seja desce e depois sobe).





Depois de uma troca de telefonemas lá nos reencontrámos novamente e estávamos prontos para ir ter com o Fernando que já estava em Palmela e que iria descer o Vale dos Barris até às Oliveiras a seguir ao "Fio-Dental".

Para isso descemos pelo corta-fogo até ao Vale de Alcube, o Afonso fez um desvio pelo Trilho das Raízes (o enorme buraco que lá há, visto no vídeo não parece assim tão difícil de ultrapassar) e depois subimos até às Oliveiras onde já estava o Fernando à nossa espera.



Depois de uma pequena pausa para recuperar energias subimos pela encosta até ao largo do "Fio-Dental" e os valentes Lino e Afonso ainda tiveram fôlego para subir e descer o "Cai-de-Costas":




E foi desta maneira que o Lino entrou para o que nós na brincadeira chamamos de "Grupo de Elite" [malta que consegue subir desde a Portela até ao topo do Cai-de-Costas sem meter o pé no chão]. Se bem que no caso do Lino e devido à sua gulodice, o grupo deveria chamar-se "A nata da rigisse", eheheh. O Afonso também é um sério candidato a este "estimulante" título, mas desta vez devido a uma curta pausa antes de iniciar o "C.d.C." esta tentativa foi apenas um ensaio muito promissor ;-)

Dali seguimos para um dos nossos trilhos favoritos, o do "Tronco" e desta vez tivemos alguma sorte por nenhum de nós se ter aleijado porque as rampas do tronco estavam soltas, e depois de o Afonso, eu e o Zé termos passado, uma delas caiu, e quando o Fernando passou, a 2ª rampa já não estava no lugar. Hoje (3ª feira) voltei lá para verificar o estrago, e as rampas estavam novamente no sítio mas completamente soltas, sem parafusos, sem pregos, sem nada! Por isso saquei do martelo que levava na mochila, preguei 4 cavilhas (2 em cada lado) e creio que enquanto o tronco não apodrecer mais, as rampas vão aguentar mais algum tempo. Curiosamente assim que acabo o "restauro" passa um jovem sozinho e sem capacete por cima da rampa (a estrutura aguentou-se bem e se calhar evitei que ela caísse novamente assim que ele passasse lá por cima). O que é certo é que o teste está feito, as rampas a partir de hoje estão bem presas e agora basta um pouco de habilidade para passar por cima do tronco ;-)



Chegámos a Cabanas, rolámos uns metros pelo alcatrão, virámos à direita e subimos novamente para o "mato" para mais uma série de single tracks (Torres e Marçal).






O engraçado é que alguns elementos da "Elite" ou da "Nata da Rigisse", aqui já estavam um bocado cansados e depois fazem figuras destas:

Ri-te ri-te que já foste apanhado, lolol
Estávamos agora na Quinta do Anjo, e tínhamos de voltar a subir até ao topo da Serra do Louro:


Depois seguimos pelo Trilho dos Moinhos, que tem sempre outro encanto feito em sentido contrário ao que habitualmente fazemos, até ao Jardim de Palmela perto da garagem dos autocarros.



 A "longa metragem" desta semana resume tudo aquilo que acabei de descrever (e está tão completa, que eu hoje nem precisava de escrever nada. Só faltam mesmo as palhaçadas das fotos de grupo, lolol)

Acho que neste vídeo apareço mais vezes do que nos outros vídeos todos juntos, lolol

Espero que gostem!!



Rijos de serviço: Afonso, Carlos, Fernando, Lino, Rodrigo e Zé

Distância percorrida: 48,60 km em 03:04:01
Altura máxima: 215 m
Altura mínima: 18 m
Acumulado de subidas: 808 m (GPSies)
Media de Pulsações: 132 p/min [começa a voltar ao "normal"]
Pulsação Máxima: 188 p/min (0:01:43 acima do limite)
Velocidade Média: 16,40 km/h
Velocidade Máxima: 47,70 km/h