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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Rescaldo - Passeio de BTT de 16/12/2012 - Mais uma volta WD40

Como esta semana nenhum de nós estava com muita vontade de fazer grandes esforços, resolvemos fazer mais uma volta WD40, só para não enferrujar e rolar um pouco. Como sempre procurámos evitar os pisos mais lamacentos e por isso seguimos pela Estrada dos Barris até à "Lagartixa", onde descemos até à Baixa de Palmela. Passámos pelo Parque de Merendas de São Paulo e quando chegámos às Oliveiras reparamos que haviam umas fitas a indicar para um trilho que o Lino ainda não conhecia e que o Artur e eu não visitámos há muitos anos. Resolvemos ir cuscar para ver se o trilho estava na mesma ou se porventura haveria alguma novidade:



Não havia nenhuma novidade, o trilho continua muito bonito, perfeitamente ciclável no inicio e no fim e com umas valas e umas rochas no meio do trilho que nos obrigam a desmontar. Em sentido contrário ao que fizemos desta vez, e com as rochas mais secas, acredito que a malta com uma técnica superior à nossa  (que não é difícil, lolol) consiga superar esta parte mais técnica, mas não é fácil.

O Lino e o Artur, comentavam que este trilho era ideal para uma caminhada, e chegaram a conclusão que era mesmo isso que estavam a fazer, não tinha era sido preciso trazer a bike, lolol


O trilho acaba (ou começa) na "Tartaruga" mesmo em frente à entrada para a Quinta da Pena. Parámos ali um pouco para decidir para onde iríamos a seguir e a decisão foi que subiríamos a "Tartaruga" até às antigas pedreiras da Serra de São Luís.

 

 Foi já lá em cima que descobrimos que as fitas pertenciam ao evento "Run & Bike" organizado pelas Lebres do Sado, que vim agora a descobrir se realizou nesse mesmo dia.

Continuámos pela Serra de São Luís, seguimos até ao Moinho da Páscoa e depois até à Estrada dos Barris. Seguimos até à zona da Portela, onde subimos pela encosta até ao largo do "Cai-de-Costas":


O Lino como estava ainda com o "tanque cheio de gasolina" resolveu uma vez mais não parar e subir tudo até ao topo da Serra de São Francisco! (Agora tomou-lhe o gosto não quer outra coisa! Grande Lino!!)


Quando ele regressou, tínhamos a intenção de seguir até ao trilho da "Bardoada", mas como o acesso até lá estava uma lastima (lama com fartura), resolvemos o assunto com um desvio pela zona da Torre até Cabanas.

Nada mais há a acrescentar, deixo-vos com os dados estatísticos, track e o gráfico de altimetria.

Até à próxima!

Rijos de serviço: Artur, Carlos, e Lino

Distância percorrida: 40,00 km em 02:42:45
Altura máxima: 227 m
Altura mínima: 20 m
Acumulado de subidas: 583 m (GPSies)
Media de Pulsações: 107 p/min.
Pulsação Máxima: 178 p/min.
Velocidade Média: 15,20 km/h 
Velocidade Máxima: 50,60 km/h


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Rescaldo - Passeio de BTT de 02/09/2012 - Subidas para todos os gostos ;-)



O objectivo desta semana era fazer um percurso que terminasse relativamente cedo e que permitisse ao Rodrigo estar na Quinta do Anjo antes das 12h. Com esse objectivo em mente partimos da rotunda do ovelheiro pouco passava das 08h e seguimos até ao "fio-dental", continuámos a descer pelo estradão de Alcube até ao corta-fogo, e depois subimos até à Quinta do Rego de Água. 


Aí virámos à esquerda e seguimos em direcção ao "Trilho das Oliveiras" da Serra de São Luís


Subimos depois pelo antigo acesso às pedreiras e seguimos até ao parque de merendas junto à Capela de São Luís.

Após a pausa para o lanche, verificámos que ainda eram +/- 09h20 e que por isso ainda era muito cedo para encetar o regresso a casa. Mas como tínhamos o compromisso de chegar cedo, resolvemos aproximarmos da Quinta do Anjo de forma a termos a certeza que cumpriríamos o objectivo proposto.



Se até aqui o percurso tinha pensado por mim e tinha sido feito maioritariamente do tempo a subir, a partir da Capela foi o Zé o responsável, mas não pensem que as subidas diminuíram! Começamos logo por voltar para trás na Capela e subir o estradão que tínhamos acabado de descer, para depois seguirmos pelo trilho na Serra de São Luís que passa ao lado do acesso para o Pedrão (Povoado pré-histórico). 


Continuámos a descer até ao sopé da Serra de São Luís como já tínhamos descido muito, iniciámos a subida da encosta pelo single-track que habitualmente fazemos a descer, mas que até nem custa muito a subir ;-)

Rodrigo, Carlos e Zé (que só apareceu nesta foto porque ele está com uma pedalada muito forte e era difícil de apanhar, lolol)

Depois seguimos até ao Trilho dos Sobreiros e descemos até ao Vale dos Barris.


Como estávamos na onda das descidas, aproveitámos a "maré" e descemos pela "Toca da Lagartixa". Lá em baixo tinhamos duas opções, ou seguir pela "Cobra" ou pela "Lagartixa". Optamos por esta ultima opção e chegámos novamente até ao Vale dos Barris.

Subimos a estrada dos Barris até Palmela, e como ainda era cedo, seguimos pelo Trilho dos Moinhos até ao Pomar, com o objectivo de terminar o percurso em beleza no Trilho do Tronco.

Falta apenas mostrar o vídeo completo do passeio, que desta vez contou apenas com a câmara do Zé, porque eu apesar de ter andado a gravar a manha toda, esqueci-me de tirar a protecção contra o pó da minha keychain e tal como o falecido realizador português João César Monteiro no filme "Branca de Neve", só gravei um fundo negro... Que burrice!! E ainda por cima só me apercebi disso quando estava a chegar aos Olhos de Agua, lolol



Rijos de serviço: Carlos, Rodrigo e Zé

Distância percorrida: 51,90 km em 03:14:31
Altura máxima: 226 m
Altura mínima: 18 m
Acumulado de subidas: 747 m (GPSies)
Media de Pulsações: 133 p/min
Pulsação Máxima: 186 p/min
Velocidade Média: 16,50 km/h
Velocidade Máxima: 54,20 km/h

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Rescaldo - Passeio de BTT de 08/07/2012 - Volta da Palhaçada


Como habitualmente tentamos combinar as voltas de forma a termos o máximo de "Brigadeiros" possíveis, esta semana o Fernando queria vir connosco, mas como ele só poderia estar em Palmela por volta das 09h30 pensei num percurso em que não nos afastássemos muito de Palmela de forma a que ele se pudesse juntar ao grupo assim que estivesse despachado.

E assim foi, saímos cedo em  direcção da Estrada da Cobra, descemos pelo single-track até à "Lagartixa" e seguimos até São Paulo. Depois subimos um pouco da "Tartaruga", entrámos na Quinta da Pena e subimos pelo single até às colmeias.

Seguimos depois até à Capela de São Luís e a seguir até ao estradão do Rego d´Água.
Descemos o "Trilho do Tanque", mas em vez de seguirmos até à N10, na bifurcação voltámos para trás.




Era a altura de seguir pelos caminhos de terra vermelha do Sobral de Alcube, até à zona do drop.



No drop, lá tivemos de meter a bike às costas para o ultrapassar e seguimos por um trilho que raramente fazemos, mas desta vez em sentido contrário ao que já temos feito (Já tinha descido por ali uma vez com o Rodrigo e o Artur).




Depois de ultrapassado o obstáculo, subimos por ali acima, e numa bifurcação tive de fazer uma breve pausa para actualizar o meu C.P.S (Carlos Positioning System), e quando cheguei à conclusão que o caminho correcto era o da esquerda, já o Zé se fazia todo lampeiro ao trilho da direita... Assim para ele não ir sozinho, o Rodrigo e o Lino foram atrás dele e o Afonso e eu seguimos pelo caminho originalmente traçado (eles atalharam mas fizeram mais PéTT que nós e não fizeram um pequeno single em "V", ou seja desce e depois sobe).





Depois de uma troca de telefonemas lá nos reencontrámos novamente e estávamos prontos para ir ter com o Fernando que já estava em Palmela e que iria descer o Vale dos Barris até às Oliveiras a seguir ao "Fio-Dental".

Para isso descemos pelo corta-fogo até ao Vale de Alcube, o Afonso fez um desvio pelo Trilho das Raízes (o enorme buraco que lá há, visto no vídeo não parece assim tão difícil de ultrapassar) e depois subimos até às Oliveiras onde já estava o Fernando à nossa espera.



Depois de uma pequena pausa para recuperar energias subimos pela encosta até ao largo do "Fio-Dental" e os valentes Lino e Afonso ainda tiveram fôlego para subir e descer o "Cai-de-Costas":




E foi desta maneira que o Lino entrou para o que nós na brincadeira chamamos de "Grupo de Elite" [malta que consegue subir desde a Portela até ao topo do Cai-de-Costas sem meter o pé no chão]. Se bem que no caso do Lino e devido à sua gulodice, o grupo deveria chamar-se "A nata da rigisse", eheheh. O Afonso também é um sério candidato a este "estimulante" título, mas desta vez devido a uma curta pausa antes de iniciar o "C.d.C." esta tentativa foi apenas um ensaio muito promissor ;-)

Dali seguimos para um dos nossos trilhos favoritos, o do "Tronco" e desta vez tivemos alguma sorte por nenhum de nós se ter aleijado porque as rampas do tronco estavam soltas, e depois de o Afonso, eu e o Zé termos passado, uma delas caiu, e quando o Fernando passou, a 2ª rampa já não estava no lugar. Hoje (3ª feira) voltei lá para verificar o estrago, e as rampas estavam novamente no sítio mas completamente soltas, sem parafusos, sem pregos, sem nada! Por isso saquei do martelo que levava na mochila, preguei 4 cavilhas (2 em cada lado) e creio que enquanto o tronco não apodrecer mais, as rampas vão aguentar mais algum tempo. Curiosamente assim que acabo o "restauro" passa um jovem sozinho e sem capacete por cima da rampa (a estrutura aguentou-se bem e se calhar evitei que ela caísse novamente assim que ele passasse lá por cima). O que é certo é que o teste está feito, as rampas a partir de hoje estão bem presas e agora basta um pouco de habilidade para passar por cima do tronco ;-)



Chegámos a Cabanas, rolámos uns metros pelo alcatrão, virámos à direita e subimos novamente para o "mato" para mais uma série de single tracks (Torres e Marçal).






O engraçado é que alguns elementos da "Elite" ou da "Nata da Rigisse", aqui já estavam um bocado cansados e depois fazem figuras destas:

Ri-te ri-te que já foste apanhado, lolol
Estávamos agora na Quinta do Anjo, e tínhamos de voltar a subir até ao topo da Serra do Louro:


Depois seguimos pelo Trilho dos Moinhos, que tem sempre outro encanto feito em sentido contrário ao que habitualmente fazemos, até ao Jardim de Palmela perto da garagem dos autocarros.



 A "longa metragem" desta semana resume tudo aquilo que acabei de descrever (e está tão completa, que eu hoje nem precisava de escrever nada. Só faltam mesmo as palhaçadas das fotos de grupo, lolol)

Acho que neste vídeo apareço mais vezes do que nos outros vídeos todos juntos, lolol

Espero que gostem!!



Rijos de serviço: Afonso, Carlos, Fernando, Lino, Rodrigo e Zé

Distância percorrida: 48,60 km em 03:04:01
Altura máxima: 215 m
Altura mínima: 18 m
Acumulado de subidas: 808 m (GPSies)
Media de Pulsações: 132 p/min [começa a voltar ao "normal"]
Pulsação Máxima: 188 p/min (0:01:43 acima do limite)
Velocidade Média: 16,40 km/h
Velocidade Máxima: 47,70 km/h

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Rescaldo – Passeio BTT de 18/05/2008 – O Regresso do Ricardo e as Antenas da RTP



A grande surpresa do dia foi o regresso do Ricardo que se ausentou por alguns meses devido ao nascimento do seu primeiro filho. Como é natural a “ferrugem” já era alguma mas se houver força de vontade a “oxidação” vai desaparecer rapidamente. Prova disso mesmo é o Vaquinhas que andou duas semanas dedicado ao “carro-vassourismo” e que desta vez já esteve cheio de força, subindo inclusivamente as fortes subidas até às antenas da RTP e chegando ao fim do percurso ainda com pernas para fazer mais alguns quilómetros. Quem também está a mostrar progressos impressionantes é o António, que já olha para as subidas com outros olhos e um dia destes já vai conseguir fazer o “Cai-de-Costas” sem por o pé no chão.






O trajecto:

Pela primeira vez iniciámos o percurso a descer e fomos até ao Vale dos Barris, depois continuámos a descer e fizemos o trilho da lagartixa, aqui o pessoal já estava a ver que aquilo era “fruta” a mais com tantas descidas e que não devia faltar muito para começarem as subidas. E não faltava mesmo, assim que chegámos à Baixa de Palmela voltámos à direita, passamos a cancela e começámos a subir. Quer dizer… não foi bem assim porque eu fiz a subida e quando cheguei à primeira curva é que vi que ainda ninguém se tinha montado e que o Ricardo estava a comer, que o António estava a encher os pneus à Bicicleta e que os outros estavam todos na conversa. Era a altura ideal para começar o 5º vídeo “Reumático”, que diga-se foi o piorzito que já fizemos, muito por culpa da chuva que apanhámos, mas já lá vamos!
A subida para as antenas é realmente muito complicada de se fazer de seguida, mas para a primeira vez acho que até nos portámos muito bem. Eu consegui fazer as famosas curvas da “Jibóia” praticamente todas, e só me desmontei mesmo na ultima subida já perto da cancela, o Vaquinhas que ia atrás de mim, foi obrigado a parar por causa do meu “patinanço”. Quem fez esta ultima parte da jibóia com grande classe foi o “Zé Nêsperas” que não parava de dizer: “Isto não filmas! Isto não filmas Isto não filmas!!”.
Chegámos ao cimo da Serra dos Gaiteiros, seguimos até ao Moinho da Páscoa e continuámos a descer até ao trilho à esquerda que por entre a as espigas nos levou até às antigas pedreiras da Serra de São Luís.
Quando iniciámos a subida pelo alcatrão (será que ainda posso chamar alcatrão aquele piso?) começou a chover, os primeiros pingos não nos assustaram, mas quando nos enfiamos para dentro do trilho começou a chover fortemente e tivemos de nos abrigar por debaixo dos arbustos mais robustos. Quando estávamos todos juntos (pensávamos nós), decidimos avançar até às ruínas onde sabíamos que estaríamos protegidos de qualquer intempérie que se lembrasse de aparecer. Eu e o Vaquinhas voltámos a embrenhar-nos no trilho das pedreiras que para alem de estar extremamente escorregadio e enlameado nalgumas zonas, estava com os arbustos e com as silvas muito grandes o que provocou uma grande série de arranhadelas a todos nós. Quando chegámos ao abrigo, reparamos que mais ninguém tinha vindo atrás de nós, e pensámos que tinham decidido ficar abrigados da chuva no meio do trilho. Decidimos comer o nosso lanche e esperar por eles ali. O tempo ia passando e como ninguém aparecia, decidi ir para o trilho e começar a chamar pelo pessoal. Assim que o fiz, ouvi uma voz vinda do sentido oposto ao que supostamente eles estavam, repeti o grito e confirmei que a resposta vinha mesmo do outro lado. Fui ver era o Artur que se tinha perdido do grupo e que tinha feito a subida pela antiga estrada das pedreiras em vez de ir pelo trilho. E ainda bem que eu dei aquele grito porque o Artur já estava quase a ir por outro caminho errado (ia descer até Setúbal e aí é que nós nunca mais o víamos). Entretanto recebo uma chamada do António que me disse que estavam atrasados porque o Jorge, o Ricardo e o Zé andavam à procura do Artur e que ele estava a guardar as bikes. Foi aí que eu lhe disse que o Artur estava connosco e que eles podiam estar sossegados e retornar o caminho. Por causa de toda esta azáfama, e principalmente devido à forte dificuldade do trilho (com a chuva e a lama a ajudar) o Zé acabou por cair e magoou uma perna e na sequência da queda o Jorge apanhou um valente susto e também ia caindo. Felizmente não foi nada grave, mas de qualquer forma é sempre muito aborrecido quando estas coisas acontecem.
A chuva parou, o pessoal que ainda não tinha comido, fez a sua refeição e depois já todos juntos retomámos o caminho em direcção à Capela de São Luís. Como já estávamos bastante atrasados e já não íamos fazer mais pausas, optamos por não ir à Capela e descemos um pouco, para depois cortarmos para o trilho que vai dar ao estradão do tanque.
Quando chegámos ao tanque, virámos à esquerda e fizemos o single-track que desce até ao outro tanque, este com água corrente.
Nesse sítio, estava um outro Btttista que estava a procurar indicações para sair dali. Indiquei-lhe os trilhos que conhecia (que eram difíceis e a subir) e disse-lhe que íamos explorar outro caminho pela primeira vez. Para minha surpresa ele disse-me que tinha feito esse trilho na semana passada e que se fazia bem. Quando ouvi isso, lancei-lhe o desafio de ir connosco, o tipo aceitou e em vez de andarmos a explorar, fomos atrás de alguém que já sabia por onde ir. O caminho é porreiro e só lhe encontrei um defeito: uma descida muito escorregadia impossível de se fazer montado (para mim até a pé foi difícil de se fazer, porque enfiei a bicicleta numa vala e foi uma carga de trabalho para a tirar de lá. A risota geral era inevitável).
Passámos um poço e a partir desse sítio eu já conhecia o caminho e avisei o rapaz que a partir dali já conhecíamos e que já tínhamos feitos a subida que se avistava. Apesar disso ele continuou connosco e só seguiu sozinho um pouco antes de chegarmos ao trilho das raízes. Antes de ir embora, o rapaz perguntou-me se eu já conhecia caminho, nessa altura fiquei um pouco surpreendido porque eu já lhe tinha dito à meia hora que já estávamos à vontade e que a sua missão de guia já tinha terminado… Lá tive que lhe dizer que sim e que até já tinha feito aquele caminho ao contrario (e que a subir não era nada fácil) e agradecer novamente por ter vindo connosco.
De seguida fomos para as raízes, e logicamente como bons reumáticos que somos pusemos as bikes ao ombro e lá passámos as partes mais perigosas do trilho. Já montados passámos pelas nespereiras, estávamos tão atrasados que nem deu para petiscar nada, atravessámos a mini ponte, que até à pouco tempo tinha estado em obras e fomos pelo caminho habitual até chegarmos ao vale dos barris.
Como o António tinha que mesmo que estar às 12h30 em Palmela, resolvi acelerar o ritmo para puxar pelo pessoal. O Vaquinhas reagiu bem e veio atrás de mim, tivemos uns metros isolados do resto pelotão sempre a bombar e chegámos até a ir a mais de 40 km/hora. Uns minutos mais tarde e aproveitando uma ligeira descida, o Jorge passa por nós a uma velocidade impressionante que até parecia que nós estávamos parados! Eu e o Fernando reagimos e fomos atrás dele, mas o Jorge está numa forma muito boa e o Vaquinhas acabou por não aguentar a pedalada e ficou um pouco para trás.
Eu cheguei a Palmela eram 12h25, o Jorge e o Vaquinhas chegaram um pouco depois. O António que tinha ficado um pouco para trás a puxar pelo regressado Ricardo chegou exactamente às 12h30 cumprindo assim o seu objectivo principal do dia.

Resumindo: No dia em que os sete “Reumáticos” estiveram presentes, fizemos um percurso bastante atribulado, principalmente devido ao trilho das pedreiras, que nesta altura do ano está muito fechado e que a subir é realmente muito difícil de se fazer. Se isso não fosse suficiente, ainda por cima começou a chover quando lá passávamos e isso não ajudou mesmo nada, tendo sido essa uma das razões para que o Artur se tivesse perdido do resto da malta (Artur devias ter mandado um berro porque como estavas tão perto de certeza que algum de nós te tinha ouvido). O resto do percurso até correu bem e até deu para ficar a conhecer mais um novo trilho. Nota final para a estreia dos novos equipamentos do António e do Artur e para a nova bicicleta do Vaquinhas: a American “Karregueira” Eagle 1.0 que apesar de ser muito melhor que a “Karregueira Mega-Range” ainda necessita de alguns aperfeiçoamentos. Esperemos que o novo guiador já esteja incluído na futura versão 2.0


Distancia percorrida: 44,21 km

Reumáticos de serviço: António, Artur, Carlos, Fernando, Jorge, Ricardo e Zé Francisco


Boas pedaladas!



Posted by Picasa

sábado, 1 de dezembro de 2007

Nova caminhada de prospecção!!


E lá fizemos mais um passeio pedestre, e conforme tinha sido prometido fizemos muitas subidas (muitas subidas mesmo!)
Deixámos o carro em Palmela, junto à paragem dos autocarros, e descemos o vale dos Barris, virá-mos à esquerda para a estrada da "Lagartixa" que vai até à Baixa de Palmela, depois começamos a subir até às antenas, e que subida... pelo meio encontrámos mais um grupo de caminhantes (deviam ser uns 6) e lá tivemos que os ultrapassar porque o nosso ritmo era bem superior ao deles. Chegámos às antenas e tínhamos duas hipóteses: ou seguíamos a estrada alcatroada em direcção ao Moinho da Pascoa, ou descíamos um trilho e íamos descobrir mais novos caminhos, optamos por esta segunda hipótese e lá fomos nós (curiosamente o grupo de caminhantes que nós encontramos também foi por ali, resta saber se foram simplesmente atrás de nós ou se sabiam no que se estavam a meter...). Descemos o trilho e quando acabámos vimos a subida que nos esperava... digamos que era fraquinha... muito fraquinha mesmo... aí já não encontrávamos rasto de pneus de bike, mas para compensar tínhamos rasto de ferraduras (resta saber de eram de cavalos ou de burros). Por falar em burros, resta dizer que quando acabamos o trilho e chegamos outra vez ao alcatrão, estávamos relativamente perto outra vez das antenas! Lá seguimos em direcção ao Moinho da Pascoa, depois descemos pelo sitio onde havia um trilho que ia até às pedreiras da Serra de São Luís (o trilho agora está todo lavrado, mas o pessoal das bikes já se encarregou de passar por lá e já se começa a notar outra vez o caminho). Subimos até às pedreiras e fomos em direcção da Igreja de São Luís da Serra. O trilho é muito bonito, mas é estreito e de difícil passagem nas bikes, uma coisa é certa: o pessoal passa lá! Mas de certeza que chega ao fim cheio de arranhadelas. Quando começa a alargar, há lá uma descida muito perigosa onde o pessoal colocou uma placa a avisar do perigo e não é caso para menos! Se se for de bike aí é mesmo sitio para desmontar (no outro dia vi um vídeo de um tipo a subir aquilo com muita classe, eu sei quem é não era capaz de o fazer, mas não me acuso...). Almoçamos no parque de merendas ao pé da igreja e a seguir lá fomos até ao tanque, quando lá chegámos resolvemos investigar o trilho à esquerda do tal tanque, andámos, andámos, andámos e reparamos que o trilho ia sair muito perto da N10, como isso não nos interessava mesmo nada, resolvemos voltar um pouquito para trás (comer mais uns medronhos) e seguir um trilho que estava perto de outro tanque mais pequeno e que estava cheio de agua. Esse trilho era a descer e nós já sabemos que no meio da serra se se desce mais cedo ou mais tarde temos que começar a subir. E assim foi, e que subida... subimos, subimos, subimos, voltámos a subir, e subimos outra vez! (havia rodados de pneus, por isso calculo que o pessoal do downhill seja frequentador daquele sitio). Quando finalmente acabou a subida, podíamos ver lá do alto a Serra do Formosinho) depois seguimos até à primeira parte do trilho das raízes, que agora está cortado
ao meio por um corta-fogos de gravilha, depois lá encontrámos a segunda parte do trilho das raízes (ver imagem) e lá fomos nós por aí a baixo. A partir daqui já não houve mais novidades, agora eram só caminhos já antes "navegados" e mais subidas! subimos até ao vale dos barris (encontramos 3 cavaleiros a darem um passeio) depois subimos o trilho que vai até aos moinhos da serra do louro. Já lá em cima, encontrámos um pastor com 2 cães e muitas cabras (elas também deviam ter espírito aventureiro porque estavam a fazer o percurso que vai até ao clube de BTT). Mais adiante continuámos a ouvir o som que nos parecia ser das cabras, fomos a ver era uma que andava perdida do resto, esperemos que tenha encontrado o caminho! (senão vai virar chanfana na cozinha de alguém mais depressa do que ela pensava...). E estávamos perto do fim, agora só faltava olhar para o podómetro e ver os km percorridos: 29,117 (35.078 passos em 05:57:36). Resumindo: Estou com um empeno do caraças e amanha temos mais 56 km para fazer de bike... mas não há-de ser nada!!