O passeio teve o que era esperado, muitos quilómetros, subidas, descidas, muitos single-tracks e vistas espectaculares para o Oceano Atlântico. Só foi pena o muito calor que se fez sentir, o ciclo-computador chegou a marcar 43º!! Como é lógico a temperatura do ar era ligeiramente inferior, mas de certeza a os valores máximos devem ter rondado os 38/40º C... Não foi nada fácil e tivemos de recorrer uma fonte em Azeitão e ao Café/Restaurante "Bom Petisco" nos Casais da Serra para nos refrescarmos e enchermos os hidro-bags. Eu normalmente bebo sempre muita água, mas este domingo devo ter batido o meu recorde pessoal e bebido quase 4 litros!!!!
O percurso:
Como a volta era grande optámos por seguir sempre pelo vale dos barris até à Capela das Necessidades, depois havia a hipótese ou seguir pelo caminho mais fácil e mais rápido (descendo a N10 até aos Picheleiros) ou seguir por detrás da garagem dos autocarros e seguir até ao "Fim-do-Mundo". Como era tudo malta muito "rija" a hipótese escolhida foi a mais dura e lá seguimos em direcção ao parque de campismo e ao Vale do Alambre.
Depois seguimos pelo estrada de Calhariz e antes do palácio virámos à esquerda (nesta zona avistámos 4 estranhas personagens trajadas de longas túnicas brancas e chapéus de palha... acho que nunca iremos saber quem seriam e o que faziam por ali!) e seguimos no sentido das Pedreiras de Sesimbra.
Nesta zona existem algumas subidas técnicas com muita pedra solta, mas também muitos trilhos rolantes e "trialeiros"
Nesta altura já avistávamos a maior pedreira de Sesimbra e estávamos já bastante perto da primeira varanda
(ao fundo pode-se ver o Píncaro, também conhecido por "Onda Cristalizada" que é o ponto mais alto da costa continental Portuguesa com 381 metros de falésia sobre o mar)
Era a altura de fazer a primeira paragem do dia para avistar o oceano e repor algumas energias
Nesta altura o calor já começava a apertar, não corria brisa nenhuma e as sombras não abundavam, mas mesmo assim ainda conseguimos arranjar "mesa" e "bancos" para os quatro.
Deixámos a primeira varanda para trás e descemos pelo estradão que contorna a pedreira (que é consideravelmente mais fácil de fazer neste sentido)
(a prova que esta malta é mesmo muito rija é que depois de fazermos esta descida ficou desde já prometida uma visita a este estradão mas em sentido contrário... e pela minha analise posso desde já concluir que este é um daqueles casos em que só há duas maneiras de fazer a subida: ou a pé ou a cavalo, eheheheh )
Abandonámos as pedreiras e seguimos em direcção à segunda varanda onde tirámos a "Rijografia" de Grupo
(aqui a pergunta que se coloca é o que é que o Artur andou a comer durante as duas semanas que teve ausente dos nossos passeios para vir tão "recheado" que até rebentou com o fecho do equipamento?)
Depois da visita à segunda varanda, continuámos o nosso passeio por mais uma serie de single-tracks muito técnicos e num deles, numa parte sem grande perigo evidente o Lino conseguiu encaixar o pneu por entre duas rochas e teve uma queda que felizmente não causou grandes mossas.
Como já não era muito cedo e como as temperaturas eram cada vez mais altas o regresso não suscitou qualquer duvida e o alcatrão foi a única hipótese equacionada, e por isso seguimos em direcção a casa passando por Azeitão, onde por sinal se estavam a realizar as festas (com direito a passeio de organizado de btt e tudo).
Para a semana não há reportagem! Até à próxima!!
Deixámos a primeira varanda para trás e descemos pelo estradão que contorna a pedreira (que é consideravelmente mais fácil de fazer neste sentido)
(a prova que esta malta é mesmo muito rija é que depois de fazermos esta descida ficou desde já prometida uma visita a este estradão mas em sentido contrário... e pela minha analise posso desde já concluir que este é um daqueles casos em que só há duas maneiras de fazer a subida: ou a pé ou a cavalo, eheheheh )
Abandonámos as pedreiras e seguimos em direcção à segunda varanda onde tirámos a "Rijografia" de Grupo
(aqui a pergunta que se coloca é o que é que o Artur andou a comer durante as duas semanas que teve ausente dos nossos passeios para vir tão "recheado" que até rebentou com o fecho do equipamento?)
Depois da visita à segunda varanda, continuámos o nosso passeio por mais uma serie de single-tracks muito técnicos e num deles, numa parte sem grande perigo evidente o Lino conseguiu encaixar o pneu por entre duas rochas e teve uma queda que felizmente não causou grandes mossas.
Como já não era muito cedo e como as temperaturas eram cada vez mais altas o regresso não suscitou qualquer duvida e o alcatrão foi a única hipótese equacionada, e por isso seguimos em direcção a casa passando por Azeitão, onde por sinal se estavam a realizar as festas (com direito a passeio de organizado de btt e tudo).
Para a semana não há reportagem! Até à próxima!!
Rijos de Serviço: Artur, Carlos, Lino, e Luís
Distância percorrida: 70,70 km em 04:06:04
Altura máxima: 307 m
Altura mínima: 17 m
Acumulado de subidas: 1612 m (TrackMaster)
Índice de dificuldade: 969 m (TrackMaster)
Dados individuais:
Media de Pulsações: 146 p/min.
Pulsação Máxima: 176 p/min. (00:00:00 acima do valor máximo)
Velocidade Média: 17,70 km/hora
Distância percorrida: 70,70 km em 04:06:04
Altura máxima: 307 m
Altura mínima: 17 m
Acumulado de subidas: 1612 m (TrackMaster)
Índice de dificuldade: 969 m (TrackMaster)
Dados individuais:
Media de Pulsações: 146 p/min.
Pulsação Máxima: 176 p/min. (00:00:00 acima do valor máximo)
Velocidade Média: 17,70 km/hora