terça-feira, 18 de agosto de 2009

Rescaldo – Passeio BTT de 16/08/2009 - Uma Abelha de capacete e as subidas a pé!



Desta vez só o Jorge e eu é que fomos ao passeio domingueiro da semana, e como éramos só dois aproveitamos para explorar novos caminhos.

A primeira novidade surgiu logo no inicio ainda antes de chegarmos a Palmela, porque cortámos na 2ª à direita logo após a ponte que passa por cima da Auto-Estrada, seguimos sempre por terra batida e fomos sair perto do novo Restaurante (dos donos do "Alcanena") que está ali à saída da Quinta do Anjo. Depois um pouco mais à frente atalhámos por trilho que sobe até à estrada que dá acesso à Serra do Louro.

Subimos até aos Moinhos mas um pouco mais à frente optámos por regressar às origens e em vez de seguirmos pelo trilho de cima (o que passa ao lado do marco geodésico), seguimos pelo caminho de baixo (já não íamos por ali certamente à mais de um ano).

Continuámos pela Serra do Louro, descemos o "S" mas como vinham outros BTTistas a subir, e nós como somos uns tipos porreiros não quisemos atrapalhar o esforço deles e descemos com mais cuidado que o habitual para evitar choques e quedas.

Depois seguimos outra vez sempre por baixo (não passámos no pomar), a seguir à subida em vez de virarmos como habitualmente para a esquerda (onde iríamos passar pela mesa de pedra) virámos à direita e descemos até ao trilho do canavial para depois subirmos até perto da casa velha.

Descemos o "Fio-Dental", depois cortámos à direita e seguimos pelo estradão em direcção à Quinta de Alcube. Antes de lá chegarmos virámos à esquerda para o trilho que dá acesso ao terreno que foi lavrado o ano passado e que até à pouco tempo estava intransitável, mas em vez de seguirmos para lá, cortámos logo à esquerda e fomos fazer a primeira exploração à séria do dia.

Eu sabia que havia ali colmeias, restava saber se elas tinham "inquilinos" ou não, passado uns segundos essa duvida ficou desfeita porque as abelhas vieram dar-nos as boas vindas. Uma delas gostou tanto do meu capacete que se queria mudar para lá! Ainda tivemos a "discutir preços" mas não chegámos a acordo, talvez por eu não saber falar "abelhês", ehehehe. Como já estava farto da "conversa" da abelha tive de largar o capacete e ficar parado à espera que a "menina" visse que o capacete tinha muitas correntes de ar e que no inverno era capaz de ser um bocado desagradável (tipo Fórum Barreiro, lololol). Bom é melhor acabar com as analogias e dizer que acabei por ter sorte e ela acabou por se ir embora sem me picar.

Como o Jorge disse na altura, a partir dali ficámos a torcer para que o caminho fosse muito mau e que não nos deixasse pena de lá não voltarmos. O trilho era basicamente sempre a subir, mas eram subidas que se fizeram bem e só houve uma que tinha uma inclinação maior mas que apesar disso o Jorge a conseguiu fazer montado (eu como não tinha aderência nenhuma nos pneus fui a pé a dar apoio moral). Se não fossem as abelhas, o "novo" caminho até tinha sido aprovado (e se fosse feito ao contrario ainda seria melhor) .

Chegámos ao trilho que vem do antigo portão e aí já estávamos em terreno conhecido. Mas como era dia de explorações a seguir aventuramos-nos noutro trilho! Subimos um pouco, no entroncamento seguimos pelo caminho mais à direita e depois descemos por um trilho também à nossa direita. A descida tinha alguma inclinação mas como o piso era bom fez-se bem, depois desmontámos para ver qual a melhor opção e subimos uns metros a pé por um trilho que encontrámos à esquerda. Haviam rastos de pneus e por isso é fácil concluir que há pessoal que passa por ali (provavelmente em sentido contrário).

Depois optámos por subir e chegámos a um trilho que já nos era familiar, porque há alguns meses, na volta que nós baptizámos como o "passeio da fruta" o Jorge, o António e eu já por lá tínhamos andado a explorar. Mas se na altura o trilho estava ciclável, agora não está porque a chuva abriu uma série de valas que não permite que se desça sempre montado. Temos pena!

Chegámos ao nosso conhecido poço e seguimos para a esquerda, depois em vez de subirmos a pé pela direita, optámos por seguir em frente em direcção a mais uma exploração!
Não nos livrámos de fazer uma pequena subida a "butes" e chegámos a um caminho que eu já conhecia bem de várias caminhadas com a Catarina e o Scott. Aqui tínhamos duas hipóteses: Ou seguíamos pela direita e dava-mos a volta até ao tanque da Quinta do Rego-de-Agua, ou subíamos pela esquerda onde nos aguardavam algumas subidas de respeito muitas delas feitas "à lá pata". O Jorge que não sabia o que estava para vir, escolheu esta segunda hipótese e aposto que se fosse hoje a escolha dele tinha sido outra...

O caminho era realmente muito exigente e ele ficou um bocado desgastado (mais do que se tivesse subido o triplo dos metros montado). O caminho para alem de ter uma inclinação respeitosa está cheio de valas e pedras soltas, mas o mais impressionante é a quantidade de rodados de bicicletas que se viu por ali! Há "malucos" que se metem nestas "avarias" e que descem este tipo de caminhos como se não houvesse amanha, mas se calhar, digo eu, a grande maioria das marcas são deixadas por tipos como nós que os fazem a pé...
Descansámos um bocado e a partir daqui já não houve mais desmontadelas e já estávamos em caminhos conhecidos.

Descemos pelo corta-fogo e chegámos até ao estradão de Alcube, depois subimos até ao Vale dos Barris e porque já estava a fazer tarde optámos por seguir pelo alcatrão até Palmela.

A partir daqui já não há muito mais a contar!

Daqui a 15 dias há mais rescaldo domingueiro! (Sim para a semana não esperem por mim)

Rijos de Serviço: Carlos, e Jorge

Dados de grupo:

Distancia percorrida: 44,52 km em 3:01:10

Temperatura Mínima: 23 ºC
Temperatura Máxima: 38 ºC

Dados individuais:

Media de Pulsações: 129 p/min.
Pulsação Máxima: 194 p/min.

Velocidade Média: 14,70 km/hora (as subidas a pé deram esta média miserável)
Velocidade Máxima: 54,00 km/hora




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