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segunda-feira, 12 de março de 2012

Rescaldo - Passeio de BTT de 10/03/2012 - O Pombal, a Jíbóia e muito mais

O desafio desta semana consistia em elevar mais um pouco a fasquia ao nível da altimetria e tentar juntar os trilhos que o Lino e o Afonso me tinham falado que gostavam de fazer. Mas não pensem que foram só subidas, fizemos também uma serie de divertidos "Single-Tracks" que ajudaram a equilibrar a balança do "Sobe e Desce".
O primeiro objectivo do dia consistia em regressar ao Trilho do Pombal, que não o fazíamos na sua totalidade à vários anos (o aparecimento de umas vedações, que agora já estão "abertas", obrigou-nos a tal) e que ainda era desconhecido por alguns elementos do grupo. O Trilho é fantástico, mas como já não o fazíamos à tanto tempo foi feito com alguma calma, porque ninguém queria ir a rebolar por ali abaixo, lolol


 A seguir continuámos a descer pelo antigo caminho romano do Castelo de Palmela:


Era chegada a altura da primeira grande dificuldade do dia: A "Jibóia"...



 Como seria de esperar não foi nada fácil (nunca é) mas lá fomos subindo...



Nesta altura, já o Afonso estava a pensar que tão depressa não queria aqui regressar e que esta "Jibóia" mais parecia uma "Anaconda", ehehehe


Depois de passarmos pelas Antenas da Serra dos Gaiteiros, descemos pelo estradão do Casal do Vento Grande até à Estrada das Machadas.


Subimos um pouco por alcatrão e quando ainda estávamos a meio da subida, reparamos que haviam umas setas no chão a apontar para um trilho que nenhum de nós ainda conhecia. Resolvemos arriscar e mantendo sempre a direcção pretendida ficámos a conhecer a Herdade dos Barris e mais um caminho alternativo para as nossas voltas pela Serra de São Luís.


 Dali subimos até às antigas Pedreiras e fomos lanchar ao Parque de Merendas de São Luís:


Depois da pausa seguimos pelo single-track até ao estradão da Quinta do Rego De Água:


Subimos depois pelo estradão até o Trilho do Tanque e descemos até à Fonte que devido à seca deste ano se encontra apenas com pequeno fio de agua.


 Depois da fonte, virámos à direita e descemos até aos trilhos de terra vermelha, característicos do Vale de Alcube.

Antes de iniciarmos mais uma subida (a da 2 Cerejas) tive ainda tempo para ir investigar à pé um caminho alternativo que evita a passagem por um bocado de terra que foi lavrado e que me parece ser uma alternativa interessante (em breve teremos mais novidades sobre este tema).


Quando chegámos à 2ª Cereja (leia-se subida) devido ao adiantado da hora, resolvemos alterar um pouco o trajecto inicialmente traçado e optámos por descer até ao estradão de Alcube pelo trilho que termina com uns enormes regos de agua e que nós (excepto o Lino) fazemos sempre a pé...




Era a altura acrescentar mais uns metros à altimetria e por isso subimos até à Portela. Nessa altura reparámos que foi reaberto um trilho que adiciona mais uma opção a quem não quer descer pelo "Fio-Dental":


 O Artur que até aqui tinha estado com pouca energia, comeu uma barra de cereais, e a partir daqui aumentou completamente o andamento e surpreendeu-nos a todos! A questão que ficou no ar foi: O que raio havia dentro daquela embalagem???????


Estávamos quase a terminar o nosso duro passeio, mas antes tivemos ainda tempo de regressar a um trilho que também não fazíamos a algum tempo (Trilho das Torres) que fica entre o do Cabeço das Torres e o do Marçal, e que tal como estes trilhos, também é muito bom.

E por hoje é tudo! Deixo-vos com o vídeo do passeio:



Até à próxima!!

Rijos de serviço: Afonso, Artur, Carlos, Lino e Rodrigo


Distância percorrida: 44,70 km em 03:04:50
Altura máxima: 226 m
Altura mínima: 18 m
Acumulado de subidas: 810 m (GPSies)

Media de Pulsações: 138 p/min
Pulsação Máxima: 182 p/min

Velocidade Média: 15,10 km/h
Velocidade Máxima: 44,70 km/h


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Rescaldo - Passeio de BTT de 29/10/2011 - Mais um ao Sábado!



Mais um passeio ao Sábado! Desta vez a escolha era óbvia, visto que no domingo o Parque Natural da Arrábida iria estar atolado de BTTistas, porque para além dos habituais "domingueiros" iria-se realizar a maratona organizada pelo pessoal da TascaduXico e iriam lá estar mais de 600 pessoas... Como é lógico, se fossemos ao Domingo poderíamos sempre evitar as zonas onde a maratona iria passar, mas certamente não seriamos os únicos a pensar dessa forma e o resultado seria quase idêntico.

Desta forma não tivemos condicionantes na escolha do percurso e tivemos a oportunidade de ficar a conhecer duas das três novidades que os "Tasqueiros" reservaram para a maratona (abdicámos de conhecer a subida que eles apelidaram de "Calvário" porque não nos estava a apetecer carregar nenhuma cruz (leia-se bicicleta) serra acima e depois não ter tempo para fazer a volta como eu tinha planeado) e pudemos também verificar que alguns trilhos já bem nossos conhecidos foram alvo de alguma limpeza de vegetação (e nós também fizemos algum serviço comunitário). Destaco o trabalho efectuado na limpeza das "Tocas" do Coelho e da Lagartixa que agora já se encontram cicláveis. Se bem que a "Toca do Coelho" na minha opinião ainda precisa de mais umas tesouradas (se eu não me esquecer para a próxima vez que lá passar levo a tesoura da poda e trato do resto).

A primeira novidade do dia foi um trilho relativamente curto (desce-se em cerca de 1 minuto) que ainda desconhecíamos e que liga a "Cobra" à "Lagartixa". Por ser novidade começámos a descida com algumas precauções mas depois largámos um pouco as manetes dos travões e desfrutámos de tudo o que trilho tem para oferecer.

Seguimos depois em direcção à "Toca da Lagartixa", este trilho até à poucos dias estava cheio de silvas e vegetação diversa, o que dificultava e muito a progressão montado nas bikes. Como referi anteriormente, hoje pudemos comprovar que o trilho foi limpo e que agora já lá se pode passar 100% montado e sem arranhões ;)

Estávamos agora no Vale dos Barris e o próximo objectivo era o trilho do Cabeço das Torres (o tal do tronco que vai dar a Cabanas). Para lá chegarmos rolámos até à Portela e subimos pela encosta da Serra de São Francisco até ao largo do "Cai-de-Costas".  A curiosidade residia em saber se tinha sido feito alguma operação ao tronco que obriga quem por lá passa a desmontar. Infelizmente a árvore ainda continua a atravessar o trilho mas vimos que tinham sido colocados dois troncos mais finos junto do maior, o que pode indiciar que talvez haja alguma ideia para se ultrapassar o obstáculo sem desmontar, mas que naquela altura ainda não tinha sido integralmente aplicada. Quando lá voltarmos a passar sabermos se ficou assim ou se sempre foi encontrada uma solução.

Rolámos um pouco pelo alcatrão da EN 379 e em São Gonçalo voltámos a subir até à Serra de São Francisco, mas desta vez pelo "Zigue-Zague". Antes do ultimo "Zague" fomos cuscar os melhoramentos na "Toca do Coelho" e quando chegámos lá a cima seguimos pelo "Sobe e Desce" até à Capela das Necessidades.

Descemos depois em alta velocidade (67 km/hora... eu de carro vou mais devagar, lol), e por alcatrão, até à cascata da Quinta de Alcube, que nesta altura já tem agua novamente, e aproveitámos para fazer a habitual pausa e tirar a foto de grupo.

 Ainda em Alcube, subimos pelo "2Cerejas" e quando chegámos ao topo, seguimos sempre pelo single-track que ainda existe apesar do corta-fogo que foi aberto pelas maquinas do exercito no ano passado (e que apesar de estar um pouco escondido está em excelentes condições)

Chegados ao Rego de Agua, subimos até à estrada municipal 1054 e depois do Moinho da Páscoa seguimos em direcção às Antenas da Serra dos Gaiteiros. Aqui tínhamos tínhamos como objectivo ou fazer o tal "Calvário" mas a descer, porque nós não somo malucos, ou no caso de termos duvidas onde começava o trilho, continuar a estrada e fazer o "Downhill das Antenas". Como eu não actualizei devidamente o meu GPS mental (a volta foi pensada na madrugada de sábado 10 minutos antes de adormecer) decidimos não arriscar (mas quando cheguei a casa pude comprovar no google earth que estava correcto e que era mesmo por onde eu pensava) e seguimos para a sempre emocionante descida das Antenas.

A descida correu muito bem e apesar de descermos à nossa velocidade (não somos propriamente especialistas nesta matéria) só desmontámos ali em duas zonas mais difíceis, sendo que o Rodrigo teve a oportunidade de testar a Stumpjumper numa manobra mais arriscada e provou uma vez mais que começa a ter unhas para tocar aquela guitarra.

Estávamos agora na Baixa de Palmela, e o objectivo seguinte era investigar um caminho vindo de Aires que terminava junto à ultima curva do caminho romano do Castelo de Palmela. Logicamente fizemos o caminho em sentido contrário e por azar encontrámos um dos supostos proprietários de uma daquelas quintas, que passeava os seus cães e que não estava nada satisfeito por ninguém o ter avisado que no dia seguinte iria haver uma maratona a passar por ali, e por passarem cada vez mais pessoas de bicicleta naquele sitio, chegando a ser mal educadas e a desrespeitar a propriedade alheia... Conversámos com o individuo, que no inicio vinha com "duas pedras" na mão, mas que após a nossa conversa não teve motivos para armar mais confusão e seguiu o seu passeio com os seus dois cães (que até eram muito amistosos). Ele pode ter alguma razão no que nos disse, mas uma coisa é certa, nós não saltámos nenhuma vedação e não existe nenhuma placa a informar que estávamos em propriedade privada e que a passagem não era permitida. Alias nem ele nos disse que não podíamos estar ali... Por isso estávamos de consciência tranquila e cientes que não estávamos a prejudicar ou a desrespeitar alguém.
Falta apenas dizer que o caminho é muito interessante e que é uma boa opção para quem não gosta de subir pela estrada da Cobra.

Já em Aires, seguimos até às traseiras do Macdonald´s, depois rolámos até à Volta da Pedra e a seguir subimos até Palmela.

O passeio estava a acabar e restava apenas descer sempre em alta rotação até casa.

Fizemos cerca de 62 km num ritmo relativamente calmo (15,4 km/hora) e apesar dos níveis físicos ainda não estarem grande coisa (o Rodrigo e eu continuamos constipados) conseguimos chegar a casa à hora prevista.

Para a semana vou estar de férias e por isso não vai haver rescaldo, por isso se não falhar nada daqui a 15 dias cá estaremos novamente!

Resta mostrar como ficou o vídeo desta semana:


Até breve!

Rijos de serviço: Afonso, Carlos e Rodrigo
Distância percorrida: 62,10 km em 04:10:40

Altura máxima: 238 m
Altura mínima: 17 m
Acumulado de subidas: 1939 m (TrackMaster) ; 976 m (GPSies)
Índice de dificuldade: 944 (TrackMaster)

Media de Pulsações: 146
Pulsação Máxima: 178 p/min (00:00:00 acima do limite)

Velocidade Média: 15,40
Velocidade Máxima: 67,00